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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Dez coisas que tornam os seres humanos especiais


Humanos são animais [sic] incomuns em todos os aspectos imagináveis, aqueles que mudaram a face do mundo ao nosso redor. O que nos torna tão especiais quando comparados ao resto do reino animal? Algumas coisas desta lista certamente irão surpreendê-lo.

1. Cérebro extraordinário. Sem dúvida, o traço humano que mais nos distingue do reino animal é o nosso cérebro. Seres humanos não têm os maiores cérebros do mundo – estes pertencem às baleias macho. Nós também não temos o maior cérebro em relação ao tamanho do nosso corpo – os cérebros de muitos pássaros correspondem a 8% do peso do corpo, enquanto que o cérebro humano é responsável apenas por 2,5% do nosso peso. Contudo, o cérebro humano, pesando somente cerca de 1,5 kg quando cresce totalmente, nos dá a habilidade de raciocinar e pensar além da capacidade dos outros componentes do reino animal e nos dá a possibilidade de realizar trabalhos como os de Mozart, Einstein e de muitos outros gênios.

2. Postura ereta. Os seres humanos são originais entre os primatas [sic] devido à forma de andar inteiramente vertical, sendo essa a nossa principal modalidade de locomoção. Isso possibilita que nossas mãos sejam usadas apenas como ferramentas. Infelizmente, as mudanças feitas em nossa pelve para nos mover sobre dois pés, em combinação com bebês com grandes cérebros, torna o parto humano o mais perigoso comparado com os demais do reino animal [antes da Queda, o parto não era assim perigoso, nem doloroso]. Há um século, o parto era uma das principais causas de morte entre as mulheres. A curva lombar na parte traseira, que nos ajuda a manter nosso contrapeso enquanto ficamos em pé ou andamos, pode nos deixar vulneráveis a dores e tensões.

3. Poucos pêlos. Nós parecemos nus se nos compararmos com nossos primos [sic] mais peludos, como os macacos. Surpreendentemente, uma polegada quadrada de pele humana possui em média tantos folículos de produção de cabelos quanto outros primatas ou até mais. A diferença é que os seres humanos possuem frequentemente apenas cabelos mais finos, curtos e leves.

4. Mãos. Ao contrário do que dizem as concepções populares, os seres humanos não são os únicos animais [sic] a possuir os polegares opostos – a maioria dos primatas também tem. O que nos torna originais é a possibilidade de flexionar nossos dedos dobrando ou fazendo um formato de anel. Isso dá aos seres humanos um aperto poderoso e uma destreza excepcional para segurar e manipular ferramentas.

5. Discurso. A laringe, ou caixa de voz, fica mais abaixo da garganta nos seres humanos do que nos chimpanzés. Os antepassados humanos evoluíram [sic] essa laringe há aproximadamente 350.000 anos [a “explicação” sempre é tão fácil...]. Nós igualmente possuímos um osso original chamado hióide, abaixo da língua, que não está unido a nenhum outro osso no corpo e permite que articulemos as palavras ao falar. [Esse osso de uso específico e original também “evoluiu” do nada?]

6. Roupas. Os seres humanos podem ser chamados de “macacos despidos” [sic], mas a maioria se veste, o que nos faz uma exceção se fizermos uma comparação com outros animais. A única exceção que se dá é quando fazemos roupas para outros animais. O desenvolvimento das roupas influenciou no desenvolvimento de outras espécies – o piolho de corpo, ao contrário de todos os tipos restantes, adere-se à roupa, não ao cabelo.

7. Fogo. A habilidade humana de controlar o fogo traria uma semelhança do dia à noite, ajudando nossos antepassados a ter um mundo sem escuridão e mantendo os predadores noturnos distantes. O calor das chamas ajudou os povos a permanecerem mornos no tempo frio, nos permitindo viver em áreas mais frescas. Naturalmente, começamos a cozinhar. Inclusive, alguns pesquisadores atribuem a redução do intestino e dos dentes humanos à possibilidade de cozinhar – uma vez que eles ficam mais fáceis de mastigar e digerir. [Imaginação fértil...]

8. Ficar corado. O ser humano é a única espécie conhecida por corar. Darwin diz que esse comportamento é a expressão mais peculiar do ser humano. Ainda permanece incerto o motivo de as pessoas ficarem coradas. A ideia mais comum é de que as pessoas que ficam coradas, são honestas, beneficiando o grupo de um modo geral. [Ah, ta... Na verdade, é a velha questão da origem da moralidade, ainda não resolvida a contento. Quando foi que o ser humano desenvolveu o senso moral e a ética? E qual a vantagem evolutiva de se falar a verdade e denunciar a mentira pelo ruborizar do rosto?]

9. Infância longa. Os seres humanos devem permanecer no cuidado de seus pais durante mais tempo que outros primatas [sic]. A pergunta se transforma em “Por quê?”, uma vez que faria mais sentido a evolução ser mais rápida para se terem mais crianças. A explicação possível é que por termos cérebros mais capazes, se faz necessário um maior tempo de estadia com os pais para crescer e aprender. [Raciocínio circular, não? O que evoluiu primeiro: o cérebro mais capaz ou a permanência por mais tempo com os pais, que ajuda a tornar o cérebro mais capaz?]

10. Vida após a reprodução. A evolução biológica existe para maximizar a reprodução e não longevidade. A maioria dos animais se reproduz até morrer. Porém, as mulheres podem sobreviver muito tempo após ter cessado a reprodução. Isso pôde acontecer devido às ligações sociais observadas entre os seres humanos – nas famílias grandes, os avós podem ajudar suas famílias por muito tempo depois que eles deixaram de poder ter crianças.


Mais matérias interessantes clique na imagem abaixo e confira!

domingo, 8 de novembro de 2009

A hipocrisia das autoridades seculares





Nos anos 70, programas humorísticos, um deles com forte aceitação do público infantil, apelavam frequentemente para o surrado clichê da mulher como objeto, vulgarizando-a. “Ô, bicho bom!” “Tesooooouro!” “Bocãããoooo!” Nas décadas de 80 e 90, era comum que ninfas pós-adolescentes aspirantes à celebridade veiculassem em revistas de fofoca romances bem calculados com personalidades já famosas a fim de pleitear contratos de fotos com revistas masculinas e, talvez, oh, supremo anelo!, um programa televisivo infantil onde pudessem faturar milhões empurrando quinquilharias e tatibitátis musicais para toda uma geração de consumidores-mirins. Em minha geração, o comportamento sexual despontava por volta dos 14 ou 15 anos. A geração que me sucedeu reduziu significativamente essa idade. Hoje, meninas de 10, 9 e até 8 anos já começam a se vestir e a se maquiar como mulheres adultas.

O cardápio cultural vem tendo grande influência nesse fenômeno. Novelas, séries, filmes, comédias e reportagens, enfim, é difícil assistir a algum programa que não explore, quase sempre de maneira permissiva, a questão da sexualidade como elemento decisivo nas relações sociais. Mesmo campanhas públicas para prevenção de doenças sexualmente transmissíveis mais incentivam que previnem a irresponsabilidade sexual. Em um comercial, por exemplo, um garotão, talvez ainda menor de idade, bolina uma garota em plena rua enquanto essa o repele sem muita convicção – até que ele lhe mostra um preservativo embalado – e pronto! Ela já se anima toda (tão afoitos estão que a propaganda acaba sem que tenhamos certeza se ao menos irão procurar um local privado para o ato). Noutro comercial, um sujeito acorda de ressaca, nu sobre uma cama. Olha para os lados, confuso, sem saber onde se encontra. A seu lado, uma mulher igualmente nua (ou seria um travesti?), que ele não reconhece. Angústia. Súbito, vê no chão uma embalagem aberta de preservativo, e sorri aliviado. Mensagem da propaganda do Ministério da Saúde? A camisinha, e só ela, nos garante a santa paz. Então ficamos assim: o preservativo é o norte ético quanto a decisões sobre comportamento sexual. Demais fatores como afetividade, compromisso e valores morais tornam-se irrelevantes. E ai do carola que questionar essa visão de mundo!

Há que se lembrar que nossa imagem no exterior não é lá das melhores. Já em meados do século passado, celebridades do cinema mundial por cá aportavam em busca de liberdades não permitidas em seus países. Até alguns anos atrás a divulgação turística do Brasil incentivava o turismo sexual. Mesmo hoje nossas mulheres (mães, esposas, irmãs e filhas) são imaginadas pelo estrangeiro como ninfomaníacas insaciáveis e incontroláveis. Nas nossas praias a anedota já ficou batida: em vez de o biquíni esconder as pudendas, as moças usam as pudendas para ocultar o biquíni. Nosso carnaval dispensa comentários. Nossos bailes funk classificam as participantes, muitas delas adolescentes, em três categorias: as tchutchucas – moças nem sempre disponíveis para o sexo; cachorras – garotas de vida sexual eclética e regular; e as preparadas – que comparecem sem nada por baixo da minissaia a fim de facilitar diversos intercursos ali mesmo, no próprio local do baile.

Enfim, poucos aspectos da vida social e cultural do brasileiro deixam de ser, de algum modo, influenciados por uma visão licenciosa e impessoal do sexo.

O longo preâmbulo acima poderia indicar uma reprovação direta ao vestuário da jovem Geysi Arruda, que precisou sair de sua faculdade, a Uniban, escoltada por policiais. Pois a intenção é justamente oposta. Examinemos as diversas análises do caso veiculadas na imprensa. Na maioria das abordagens, o comportamento dos agressores foi condenado. Contudo, essa condenação quase sempre se mostrou uma mera concessão antes de se focar prioritariamente o ponto escolhido: a moça se comportou mal, a moça provocou – em suma, a moça apenas colheu o que plantou.

Isso nos remete a um passado próximo, quando se tornou inadiável a criação da Delegacia da Mulher. Os mais jovens não se lembrarão, mas há não muito uma mulher que fosse registrar queixa contra agressões físicas e sexuais era tratada com desinteresse e até desdém pelas autoridades, geralmente homens. “Foi bolinada, estuprada? Que roupa você estava usando? Qual era a sua maquiagem?” Ao sofrimento pela barbárie somavam-se o descaso e o preconceito. Imagine-se o horror de uma mulher ferida, brutalizada, violentada passando de vítima a responsável por seu próprio sofrimento. E dentro justamente da repartição pública destinada a proporcionar-lhe proteção física e jurídica.

Voltemos ao caso de Geysi. Vamos fazer todas as concessões possíveis, vamos dar crédito a todas as ilações mentirosas de seus detratores. Vamos supor que ela fosse uma meretriz que frequentava o ambiente acadêmico para expor sua... mercadoria (na verdade, ela fora à escola com o tal vestido para, saindo dali, comparecer a uma festa). Vamos supor que não usasse calcinha (mas usava). Vamos supor que ela cruzasse as pernas propositadamente, como Sharon Stone no filme “Instinto Selvagem”, a fim de exibir a genitália aos colegas, e que houvesse sido essa sua intenção ao subir a rampa do prédio. Vamos supor que a sociedade e a cultura brasileiras primassem pelo recato absoluto e que não houvesse em nosso país uma única mulher além de Geysi que cometesse, publica ou privadamente, todos os desatinos acima. Ainda assim seria o caso de que o linchamento ocorrido fosse alternativa aceitável a um julgamento justo e civilizado por parte da faculdade ou mesmo do Poder Judiciário? Chegamos a isso?

Revisemos. Dezenas de alunos (e alunas) participaram ativamente da agressão. E note-se: a motivação não foi de natureza sexual, como se pretende. Houvesse exclusivo e genuíno interesse sexual e a moça teria sido raptada ao final da aula para ser violada, talvez até assassinada, em algum lugar escuso; é assim que tarados agem. Estamos a tratar de um crime gerado unicamente por ódio – no caso, uma de suas piores exteriorizações, a misoginia; um ódio inclemente, sem a mais mínima compaixão – as cenas o provam. E esse ódio mostrou-se ainda mais evidente nas garotas que participaram do delito. Os guardas da escola o incentivaram por meio da omissão e até do deboche. A humilhação foi filmada e divulgada mundo afora, comprometendo por muitos anos a privacidade da vítima. Nos dias posteriores, a diretoria se eximiu, se omitiu e relativizou o crime cometido dentro de suas dependências. Na TV e nos jornais, oportunistas de sempre do infame mercado de livros de autoajuda concentraram sua reprovação no comportamento relativamente indesejável da garota em vez de repudiar exclusivamente seus agressores por crimes previstos na legislação de qualquer país (Atenção! Digo “comportamento relativamente indesejável” porque a nossa sociedade é vezeira em apreciar e mesmo idolatrar comportamentos incomparavelmente piores – vide a audiência cativa das temporadas do Big Brother, onde toda podridão, todo desvio de caráter que não ofenda o código penal é exibido em minúcias, incentivado, celebrado e sugerido como norma de conduta aos seus espectadores).

Resumo da ópera: por mais que se transfira para Geysi – ainda que com finalidade pedagógica – a responsabilidade pelo bullying coletivo que ela sofreu, a indumentária e os hábitos das jovens brasileiras pouco mudarão. Porém, mesmo que nossas jovens optem por roupas mais sóbrias em ambientes públicos, elas continuarão, durante as festas, a ser embebedadas, drogadas e seviciadas em banheiros, quartos e porões – com direito a seções de foto e filmagem para execração planetária. E haverá sempre, sempre e sempre aqueles (e aquelas) que dirão: “Que vacilo dessa otária!” “Também, quem mandou dar bobeira...”

Já os agressores que estudam na Uniban... Sua tímida e relativizada reprovação servirá de estímulo a atos semelhantes ou piores. A julgar pela interpretação do caso, o homem brasileiro sai desse lamentável episódio um pouco mais convencido de que suas balizas morais se subordinam à interpretação (fundamentada ou não) do comportamento de sua vítima em uma espécie de determinismo fatalista, que pode se estender também, por que não?, à trapaça, à fraude, à extorsão, ao espancamento e ao homicídio.

Ao centrarmos fogo em uma suburbana imprudente na avidez por reprovar um dos aspectos deletérios de nossa sociedade – a falta de pudor –, invertemos a gravidade dos elementos do incidente e perdemos a perspectiva essencial: criminoso e vítima se encontram em lados opostos da lei e é justamente isso que nos protege como indivíduos e como sociedade. Sempre que se fecham as portas da compaixão, abrem-se as porteiras do inferno. Sempre que nos distanciamos voluntariamente da vítima, nos aproximamos involuntariamente do criminoso. Espiritual e moralmente.

É pena, mas dessa vez a adúltera não escapou das pedras.

Veja essa e outras matérias clicando na imagem abaixo:

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Criador de DVD pago agora está gratuito!

Não é gratuito para sempre.

VEJA POR QUE.

"Converta seus vídeos e crie menus personalizados para gravar em DVD e assistir no seu DVD player caseiro."

A tarefa de gravar DVDs completos, com menus personalizados, está cada vez mais fácil. Mostre para seus amigos que você entende do assunto e comece já a usar uma ferramenta de autoria, gravando discos que poderão ser tocados no seu DVD player comum. O WinX DVD Author é justamente o programa que torna isso possível. Você poderá fazer o processo do início ao fim: adicionar vídeos à compilação, incorporar legendas, criar os menus do disco, inserir texto, adicionar uma trilha sonora e mudar a imagem de fundo dos menus, além de poder converter arquivos para o formato correto de DVD, para posterior gravação em um disco.

ATENÇÃO: deu a louca nos desenvolvedores do WinX DVD Author e eles estão dando o programa de presente (originalmente ele é pago) no período de 20 a 31 de outubro. A partir do dia 1º de novembro, este software voltará a ser pago e só a versão shareware estará disponível para download — inclusive no Baixaki.



Guia rápido de uso

O WinX DVD Author é facílimo de usar, mas mesmo assim mostraremos a você um passo a passo de como criar seu próprio DVD. Como bônus, ainda falaremos sobre as funções de conversão dos formatos de vídeo.











1. Ao abrir o programa, você verá a janela abaixo. Clique no botão “Video DVD Author”.



2. A tela que será exibida mostrará algumas informações que precisarão ser coletadas para a criação do DVD. Clique no botão com o sinal “+” e localize os vídeos que você deseja adicionar ao projeto.





3. Perceba que depois de adicionar os vídeos à lista, um botão aparecerá do lado esquerdo de cada arquivo. Se você deseja adicionar legendas aos vídeos, clique no botão que surgiu — que possui o texto “Subtitle”.






4. Na janela que será aberta, clique no botão com sinal “+” e encontre o arquivo que contém a legenda. Em seguida, altera a opção do campo “Subtitle language” para “Portuguese”. Depois, defina o tamanho do texto da legenda, utilizando a tela à esquerda para visualizar como ela ficará. Clique no botão de confirmação, conforme destacado na imagem abaixo.









5. Se você pretende assistir ao seu DVD em televisões comuns, mantenha a opção “4:3 For Standard TV” marcada. Caso sua TV seja no formato widescreen, mude para “16:9 For Wide Screen TV”.







6. Uma das vantagens do WinX DVD Author sobre programas concorrentes é a possibilidade de o usuário cortar partes do vídeo. Se você não quer que o arquivo inteiro seja gravado no disco, utilize os controles deslizantes que estão nos extremos da barra azul para definir o ponto de início e término.











*O botão com o desenho de uma máquina fotográfica pode ser utilizado para capturar imagens do vídeo e salvá-las no PC. Continue lendo o passo a passo para entender a utilidade dessa função.

7. Dependendo da resolução do vídeo, ele poderá ficar esticado quando convertido. Marque a caixa de seleção “Auto Add Letter Box” para que isso não aconteça.

8. Marque a caixa “Add DVD Menu”, para que o próximo passo exiba a janela de criação de menus do DVD.

9. Clique no botão com o desenho de uma seta para a direita, para ir para o próximo passo. Na próxima janela, pequenas imagens já estarão posicionadas na pré-visualização do menu. Elas representam cada um dos vídeos que você adicionou no passo anterior. É possível arrastá-las para qualquer ponto da tela, bem como aumentar ou reduzir seus tamanhos.






Na faixa da esquerda ficam as imagens disponíveis para uso como fundo do menu, mas você pode adicionar a imagem que quiser. Basta clicar no botão indicado abaixo.











10. Se você desejar criar um menu mais complexo para seu DVD, marque a caixa de seleção “Auto Add DVD Root Menu”. Entretanto, neste passo a passo mostraremos a forma mais simples.

11. É possível adicionar texto ao menu, clicando no botão “Tt”, conforme a imagem abaixo. Em seguida, dê um duplo clique sobre o texto que foi inserido no topo da tela, escreva o que quiser e defina as opções de tamanho, cor e fonte.











12. Clique no botão com o desenho de uma nota musical e use a janela que se abrirá para localizar o arquivo desejado para a trilha sonora do menu (este arquivo não mudará a trilha sonora dos vídeos, somente do menu).








13. Seu DVD está pronto! Clique na seta para a direita e será exibida a tela de configurações de gravação da mídia.

— No campo “Disc Volume”, digite um título para o seu disco.

— Em “Output Quality”, você poderá escolher três níveis de qualidade: “Preference by Image Quality” é a opção que deixará a imagem com a melhor qualidade possível, mas também gerará arquivos maiores; “Preference by Convertion Speed” fará a conversão rapidamente, deixando um pouco de lado a qualidade da imagem; e por fim “Preference by Max. Conversion Speed” dará preferência para a rapidez máxima na conversão dos vídeos, com qualidade de imagem inferior.









14. Depois de fazer suas escolhas, insira um DVD vazio no seu gravador e clique no botão “Start”. Agora é só esperar e depois colocar o disco no aparelho de DVD da sua casa para testar.

Outras tarefas suportadas

O WinX DVD Author também pode executar outros tipos de conversão. Na tela inicial do programa, selecione uma das opções a seguir, conforme sua necessidade.

Convert Video to Vob — clique para adicionar vídeos e convertê-los para o formato VOB, que é o tipo de arquivo destinado à gravação posterior em um DVD.

Vob to DVD Complier — use para converter arquivos VOB e criar a estrutura completa de pastas necessárias para a leitura do DVD por um aparelho comum.

DVD Disc Burner — clique nesta opção para gravar arquivos VOB ou pastas com a estrutura do DVD, diretamente no disco.

Suporte

— O WinX DVD Author reconhece e é capaz de converter os seguintes formatos de vídeo: AVI, ASF, MPEG1, MPEG2, MP4, MOV, RM, RMVB, XIVD, DVIX, H264, OGG, QT, FLV e outros.

— O programa funciona em todas as versões do Windows, desde o 98, até a 7, incluindo as versões de servidor (NT, 2000 e 2003).




OS TEXTOS E IMAGENS FORAM EXTRAÍDOS DE: www.baixaki.com.br

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Nova Identificação



A carteira de identidade, o passaporte, o CPF e a carteira de motorista são alguns dos documentos que passarão a ter o mesmo número de registro. A Lei 12.058 que autoriza o registro civil único foi sancionada na última terça-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Com a unificação, o cidadão terá o número único de registro de identidade civil, válido para os brasileiros natos e naturalizados. De acordo com a lei, a implementação do registro único deve começar dentro de um ano. O Poder Executivo terá 180 dias para regulamentação.


A União poderá firmar convênios com os estados e o Distrito Federal para implantar o número único e trocar os documentos antigos de identificação.

A lei foi resultado da conversão da Medida Provisória 462, que trata do repasse de recursos ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).


Trecho extraído do link abaixo


http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/10/15/lula+sanciona+lei+que+autoriza+o+registro+civil+unico+8843967.html


Nota: Desse jeito ficará muito mais fácil fazer a "localização" das pessoas que não estiverem em cumprimento das obrigações das leis vigentes no país.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Conheça as nuvens

Através da observação das nuvens podemos observar, ou identificar, as condições atmosféricas de determinado local, pois estas refletem em sua quantidade, forma e estrutura.
Para que haja a formação de nuvens é necessário que parte do vapor d’água contido na atmosfera se condense, formando pequenas gotículas de água, ou solidifique, formando minúsculos cristais de gelo. A esta formação, ou aglomerado de cristais de gelo e gotículas damos o nome de nebulosidade.

Uma característica que diferencia os variados tipos de nuvens é a altura em que elas se formam, ou onde se encontra sua base e seu topo. Mas, é importante lembrar, que esta altura varia conforme a posição geográfica (latitudinal) da região considerada. Por exemplo, na região tropical a altura mínima (estágio baixo) e máxima (estágio alto) de uma nuvem costuma ser a 2 km e 18 km de altura da superfície respectivamente, enquanto que nas regiões polares e temperadas as distâncias são, respectivamente, 2 km e 8 km, e 2 km e 13 km.

Internacionalmente, existem cinco denominações para tipos de nuvens que se encontram no estágio baixo, a 2 km da superfície.




Cumulus
- Cumulus – Cu: nuvens isoladas que apresentam uma base sensivelmente horizontal, tem contornos bem definidos, uma cor bem branca quando iluminada pelo sol, provoca chuvas na forma de pancadas, constituídas principalmente por gotículas de água, mas podem conter cristais de gelo no topo. Variações: humilis, quando apresentam desenvolvimento vertical; mediocris, quando possuem o topo arredondado; fractocumulus, quando se desmancham por causa de alguma turbulência.


Congestus
- Congestus: tem bordas protuberantes no topo e considerável desenvolvimento vertical, indica profunda instabilidade e favorecimento por escoamento ciclônico em altitude.


Cumulonimbus
- Cumulonimbus – Cb: com grande desenvolvimento vertical apresenta a forma de uma montanha e sua forma só pode ser vista de longe devido ao seu tamanho. No topo, geralmente apresenta a forma característica de uma bigorna. É uma nuvem mais escura formada por grandes gotas de água e granizo, podendo conter cristais de gelo no topo. Está associada a tempestades fortes com raios e trovões.

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Stratocumulus
- Stratocumulus – Sc: cinzentas ou esbranquiçadas é formada por gotículas de água e estão associadas a chuvas fracas. Variações: cumulusgenitus, vesperalis.



Stratus
- Stratus – St: nuvem cinzenta que provoca chuvisco. De cor cinza forte com base uniforme, costuma encobrir o sol ou a lua.

A seguir, três denominações para as situadas em estágio médio, de 2 a 8 km em latitude tropical, 2 a 7 km em região temperada e de 2 a 4 km na região polar…


Nimbostratus
- Nimbostratus – Ns: nuvens de grande extensão e base difusa formadas por gotas de chuva, cristais ou flocos de gelo com cor bastante escura.


Altostratus
- Altostratus – As: assemelham-se a um lençol cinzento, às vezes azulado, sempre tem umas partes finas que permitem ver o sol. É formada por gotas de chuvas e cristais de gelo.

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Altocumulus
- Altocumulus – Ac: nuvem cinza (às vezes branca) que apresenta sombras próprias e tem a forma de rolos ou lâminas fibrosas ou difusas. Raramente contém cristais de gelo e por entre as nuvens deste tipo é possível enxergar pedaços do céu claro. Variações: lenticularis, radiatus, cumulusgenitus, opacus, plocus ou castellatus.

E por fim, três denominações para formações em estágios altos, de 6 a 18 km na região tropical, 5 a 14 km na região temperada e 3 a 8 km na região polar.

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Cirrus
- Cirrus – Ci: nuvens com brilho sedoso, isoladas e formadas por cristais de gelo parecendo convergir para o horizonte. Podem se formar da evolução da bigorna da cumulusnimbus. Variações: filosus ou fibratus, uncinus, spissatus ou nothus, ou densus.


Cirrocumulus
- Cirrocumulus – Cc: nuvens braças compostas quase exclusivamente por cristais de gelo agrupados em grânulos semi-transparentes. Variações: stratiformis, lenticularis, castellatus.

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Cirrostratus
- Cirrostratus – Cs: nuvens parecidas com um véu transparente que dão ao céu um aspecto leitoso. Constituída por cristais de gelo. Variações: fibratus, nebulosus.

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Nota: Muitos de nós temos bastante receio de sair em dia chuvoso, principalmente aqueles que moram em regiões onde chuvas causam desastres. Então nos prevenimos com agasalhos, ou outros artefatos para proteção da tempestade ou mesmo simples chuva. Outros ainda não saem de casa sem saber antecipadamente como será o dia: se sol, se chuva. Olham para o horizonte para tentarem decifrar o código climatológico para não incorrer num temporal quando estiver no trajeto pretendido.
Jesus nos disse que nós, ao olharmos para o horizonte, dizemos que poderá haver chuva ou não, mas não sabemos discernir os sinais dos tempos. Esses sinais dos tempos, se referem à proximidade da segunda vinda de Jesus.

VOCÊ SABE DISCERNIR OS SINAIS DA VOLTA DE JESUS?

O INTERESSANTE DNA


Que a molécula de DNA tem a forma de uma rosca-sem-fim, comumente chamada de espiral dupla, todo mundo sabe. O que é bem menos difundido é o fato de que, se o genoma de cada célula for esticado, ele terá dois metros de comprimento. Sabendo disso, uma pergunta imediatamente se coloca: como é que as moléculas de DNA se enrolam para caber dentro da célula, sem se embaraçar e sem dar nós? Essa pergunta agora foi respondida por pesquisadores das universidades de Harvard e MIT, nos Estados Unidos, que decifraram a estrutura tridimensional do genoma humano, gerando a primeira imagem 3D do DNA em seu estado natural, no interior de uma célula.

"Nós sabemos há muito tempo que o DNA, em pequena escala, tem o formato de espiral dupla", diz o pesquisador Erez Lieberman-Aiden, um dos autores da descoberta. "Mas se a espiral dupla não se dobrasse, o genoma de cada célula teria dois metros de comprimento. Os cientistas de fato não entendiam como a espiral dupla se dobra para caber no núcleo de uma célula humana, que tem cerca de um centésimo de milímetro de diâmetro."

Ao mapear tridimensionalmente o DNA, os pesquisadores fizeram duas descobertas surpreendentes. Primeiro, o genoma humano é organizado em dois compartimentos separados, mantendo os genes ativos facilmente acessíveis, enquanto o DNA não utilizado fica muito mais compactado em outro compartimento.

Os cromossomos deslizam para dentro e para fora dos dois compartimentos repetidamente, conforme seus DNAs tornam-se ativos ou inativos. "De forma muito inteligente, as células separam os genes mais ativos, tornando mais fácil para as proteínas e outros reguladores alcançá-los", diz Job Dekker, outro membro da equipe.

A segunda descoberta é que o genoma adota uma organização muito incomum, conhecida como fractal. A arquitetura específica que os cientistas encontraram, chamada "glóbulo fractal", permite que a célula empacote o DNA em um formato incrivelmente denso - a densidade de informações alcançada é trilhões de vezes mais alta do que a encontrada em uma memória de computador.

E isso sem permitir que o genoma se embarace ou dê nós, o que inviabilizaria o acesso da célula ao seu próprio genoma. Além disso, o DNA pode facilmente ser desdobrado e novamente dobrado durante os processos de ativação genética, repressão genética e replicação celular.


NOTA DO AUTOR DO BLOG: Você prestou bastante atenção à linguagem de design? Se não, é só voltar aos trechos que grifei no texto. Curiosamente, a matéria não dedica uma linha, uma palavra sequer sobre a evolução de um mecanismo tão complexo (é a mesma coisa na matéria publicada pela Science).
Revelador, não?[MB]


Clique na figura abaixo e veja mais a respeito:

terça-feira, 13 de outubro de 2009


Steve Jones, de 65 anos, é professor de genética da University College London, na Inglaterra, e autor de A Ilha de Darwin. Em entrevista à revista Veja desta semana, ele disse que, assim como ele, Darwin "teria um pé atrás com esse tipo de estudo [a psicologia evolutiva]. O que os psicólogos evolutivos fazem é redescobrir o óbvio. Todos sabem que homens velhos gostam de mulheres jovens. E que as mães amam seus filhos. Comportamentos como esses são apresentados como se fossem grandes novidades. Mas são evidentes. E há um certo exagero na tentativa de provar que tudo na sociedade tem origem evolutiva. Um exemplo desagradável: pela lógica da evolução, o estupro pode ser compreendido como uma forma mais eficiente de um macho propagar os seus genes. No entanto, a evolução também nos deu consciência [Será que foi mesmo a evolução? Não seria outra dessas respostas prontas e aparentemente simples, dizer que um dia a consciência, noção de bem e mal, simplesmente evoluiu?], com a qual podemos decidir que a maneira correta de se comportar não é sair por aí violentando mulheres. Isso prova que explicações evolutivas sobre certos comportamentos humanos são muitas vezes incorretas, inúteis e, na melhor das hipóteses, ingênuas. Nem tudo é evolução".


Nota do autor desta matéria: Concordo com Jones em considerar incorretas, inúteis e ingênuas as explicações evolutivas sobre certos comportamentos humanos. Lembro-me de que uma reportagem da revista Superinteressante chegou até a justificar o comportamento adúltero com base nos imperativos genéticos, tornando-nos quase reféns das "vontades" dos genes. De minha parte, prefiro continuar crendo num antigo relato histórico segundo o qual o ser humano, ente criado com consciência e livre-arbítrio, fez uma má escolha, deu as costas ao Criador e enveredou pelo caminho do pecado. Essa natureza corrompida o inclina para o mal, mas o Pai, em Sua bondade, proveu solução: "Tudo posso nAquele que me fortalece" (Filipenses 4:13). Podemos submeter nossa consciência e vontade à guia do Espírito Santo e lutar contra as más tendências.[MB]


Maiores detalhes destes e outros temas, acesse o site clicando na figura abaixo: