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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Internet pela tomada.

Estamos entrando em uma nova era, a era da internet através da luz. Prédios da prefeitura de St. Cloud, Minessota – EUA, estão começando a usar a internet através de uma tecnologia que utiliza sistemas de iluminação para ligar computadores ao mundo.

O novo sistema de internet é conhecido como LVX (“LUZ” em latim), onde, ao invés de serem usadas lâmpadas comuns, são instalados conjunto de sensores e diversas lâmpadas de LED que piscam a uma frequência elevada para transmitir os dados. A velocidade de transmissão de dados nessa forma é de até três megabits por segundo, o computador recebe a informação da internet em formato binário, isto é, em 0 e 1 e transmite dados por luz.

Os conjuntos de LEDs, piscam no mesmo ritmo destes dados, acendendo para cada 1 e apagando quando o valor a ser transmitido é 0, traduzindo, os computadores recebem um aparelho fotossensível capaz de capturar impulsos luminosos e convertê-los novamente em informação, sendo feito o caminho inverso de maneira igual, onde lâmpadas localizadas no dispositivo ligado ao computador transmitem os dados novamente para a rede local exibindo assim o conteúdo da internet.

Com esse novo sistema de internet criado por Jonh Pederson, às redes wireless que utilizam ondas de rádio para se propagar, ajudarão a desafogar as frequências que são utilizadas hoje por diversos equipamentos como celulares, televisores e outros

A prefeitura de St. Cloud investiu cerca de US$ 10mil, com isso, o município além de prover o acesso dos computador à rede, também terão uma iluminação muito mais eficiente e uma economia perto da casa de 36% na conta de luz, comparado ao uso de um conjuto de fluorescente.

Veja essa matéria aqui

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010


Novo curativo mais cicatrizante e antimicrobiano é feito a partir de células bacterianas e própolis.
Mais detalhes clique aqui.
(UOL)

Desmatamento da Amazônia e os animais.


Avanço de empresas de petróleo, madeireiras e mineradoras tem como consequência extinção de espécies recém-descobertas.

Para mais detalhes dessa matéria clique aqui

Vídeos criados

Eu tenho alguns vídeos postados no YouTube.
Querem ver?
Acesse aqui
Ou assista esse e comente lá.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Bilhões de anos novamente. Rssssss


A vida na Terra teria surgido há cerca de três bilhões de anos, provavelmentequando formas primitivas desenvolveram estratégias mais eficazes de captar energia do sol, segundo estudo publicado na revista científica Nature. A conclusão é de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), que construíram [!] um “fóssil genômico”, essencialmente um modelo matemático que tomou 1.0000 genes chave existentes hoje e calculou como evoluíram a partir de um passado muito distante. Segundo o estudo, o genoma coletivo de toda a forma de vida se expandiu maciçamente entre 3,3 e 2,8 bilhões de anos e durante esse tempo, 27% de todas as famílias de genes existentes atualmente emergiram para a vida.

Os cientistas Eric Alm e Lawrence David afirmaram que a grande emergênciaprovavelmente se deu através do advento de um processo bioquímico chamado transporte de elétrons. Essa é uma função chave da biologia, que envolve o movimento de elétrons dentro das membranas das células e é central para plantas e alguns micróbios, capacitando-os a captar energia do sol através da fotossíntese e respirar oxigênio.

A grande mudança, que Alm e David apelidaram de expansão Arqueana, foi seguida, cerca de 500 milhões de anos depois, de um fenômeno conhecido como Grande Evento da Oxidação, quando a atmosfera terrestre se tornou progessivamente impregnada de oxigênio. O Grande Evento de Oxidação foi,possivelmente, a maior reviravolta de espécies da história da Terra, uma vez que as formas de vida primitivas ou biológicas anaeróbicas morreram, sendo substituídas por formas aeróbicas maiores e mais inteligentes.

“Nossos resultados não podem dizer se o desenvolvimento do transporte de elétrons causou diretamente a Expansão Arqueana”, admitiu David. “No entanto, podemos especular que ter acesso a uma disponibilidade muito maior de energia permitiu à biosfera abrigar ecossistemas microbianos mais complexos e maiores”, disse.

Os fósseis remotos datam de um período chamado de Explosão Cambriana, 588 milhões de anos atrás. Mas, com raras exceções, formas de vida pré-cambrianas tinham o corpo macio, e por isso não deixavam marcas fossilizadas. Mesmo assim, deixaram como legado um DNA abundante, que explica a recriação do “fóssil genômico” em computador. “O que é realmente notável sobre essas descobertas [?] é que provam que as histórias de eventos muito antigos são registradas no DNA compartilhado por organismos vivos”, disse Alm. “Agora que começamos a entender como decodificar essa história, espero que possamos reconstruir alguns dos eventos mais remotos da evolução da vida em detalhes”, emendou.

Nota do autor do Blog:Os cientistas ainda não sabem o que causa um simples soluço; não sabem se o universo é múltiplo ou único e nem se tem muita ou pouca matéria escura; confundem bactérias terrestres com vida alienígena (isso aconteceu com o meteorito de Marte [lembra?] e com a pataquada da Nasa); e querem que acreditemos que eles sabem como a vida “surgiu” há supostos três bilhões de anos! Isso é que é ufanismo darwinista! A ciência é uma tremenda ferramenta útil, quando trabalha dentro dos limites do método científico. Mas, quando resolve extrapolar sua esfera de ação para a história e a filosofia, a coisa começa a complicar, pois fica-se na dependência de pressupostos não verificáveis. Uma experiência feita com modelo computacional, com premissas alimentadas por cientistas que já sabem o que querem encontrar... Isso é ciência empírica? Passa longe. E o que seria uma forma de vida “primitiva”? Uma célula? Mas esta já deveria conter informação genética para existir e se multiplicar. Informação surge do nada? Deveria ter, também, uma membrana seletiva composta de proteínas específicas. Isso já existia, então? E antes que surgisse o tal processo bioquímico de transporte de elétrons, essencial à vida? Como as primeiras formas de vida “se viravam”? Complexidade irredutível surge de repente? O uso das palavras “possivelmente”, “provavelmente” e “especulação” dá o tom da matéria acima. Mas, para quem lê somente os títulos das reportagens e suas linhas (não as entrelinhas), fica a certeza de que a vida pode simplesmente surgir.[MB]

Acesse o site abaixo e veja mais matérias interessantes:

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010


Em coletiva de imprensa realizada [ontem], a Nasa anunciou a descoberta de um ser vivo que, mesmo morando na Terra, é diferente de qualquer outra criatura já encontrada e pode ser o primeiro passo para redefinir o sentido da palavra “vida”. “É extremamente importante porque essa foi a primeira vez que se descreveu um organismo que é capaz de sobreviver sem fósforo, usando arsênico no lugar”, explica o Dr. Douglas Galante, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo. O organismo em questão é uma bactéria encontrada no lago Mono, na Califórnia, e descrito em um trabalho pela pesquisadora Felisa Wolfe-Simon na Science. Nessa bactéria, o arsênico, que é considerado um elemento extremamente tóxico para outros seres vivos, está presente do DNA, nas proteínas, no ATP e é usado em todos os seus processos metabólicos.

Embora fósforo e arsênico tenham propriedades químicas parecidas, este é muito mais instável. De alguma forma, a bactéria encontrada tem mecanismos que conseguem lidar com o arsênico de forma nunca antes vista em um ser vivo, o que pode significar que ela evoluiu paralelamente [sic], separada de todo o resto que conhecemos.

“Ela pode ser definida como uma quebra de paradigmas. A descoberta muda nossa maneira de buscar vida fora da Terra”, diz Galante, que atualmente coordena a montagem do laboratório de Astrobiologia da USP; a ciência define o estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no universo. [...]

NOTA DO AUTOR DO BLOG:
Dias antes, a Nasa já havia anunciado que faria uma declaração impressionante sobre vida extraterrestre, o que causou sensação em todo o mundo. A descoberta é interessante, sem dúvida, mas de extraterrestre nada tem. Na verdade, revela o quanto ainda desconhecemos sobre a vida em nosso próprio planeta. O que me chamou a atenção mesmo foi a maneira como a revista Veja colocou a coisa: “A descoberta de uma bactéria que se comporta como um organismo extraterrestre[!], anunciada nesta quinta-feira pela Nasa, pode ser a conquista mais importante da astrobiologia neste século, de acordo com o astrônomo Douglas Galante, coordenador do laboratório de astrobiologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). ‘Isso abre portas para a existência de formas de vida em outros planetas que não utilizem os seis elementos básicos da vida na Terra’, afirma. Todas as formas de vida em nosso planeta são baseadas em seis elementos químicos: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Mas a bactéria descoberta por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Astrobiologia da Nasa é capaz de dispensar o fósforo e substituí-lo por arsênio.” Se nunca foi encontrado um organismo extraterrestre, como Veja pode afirmar que essa bactéria se comporta como extraterrestre? Sei não, mas acho que além de um argumento do tipo non sequitur (encontramos um organismo na Terra que se comporta de maneira diferente dos outros, portanto, pode existir vida extraterrestre), esse é outro caso em que a empolgação atropelou o bom senso. Aguardemos novas pesquisas.[MB]


NOTA: Uma coisa deve ser considerada: o planeta TERRA não é o mais velho do universo. Portanto se há vida organizada e pensante no nosso planeta, também deve ocorrer nos demais. É incoerente ou no mínimo ingênuo achar que apenas no nosso planeta existe vida racional com possibilidade de desenvolvimento tecnológico, por exemplo, e nos demais planetas apenas formas de vida com pouca complexidade, por exemplo as bactérias.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Planeta errante


Um novo planeta, originário de fora da Via Láctea, orbitando ao redor de uma estrela sem elementos pesados, e que não deveria mais existir, está desafiando o conhecimento da formação destes corpos celestes. Ele atualmente orbita ao redor da estrela HIP 13044, mas deveria ter sido destruído quando a estrela se transformou numa gigante vermelha, no qual ela multiplica diversas vezes seu tamanho e engole tudo que estiver por perto. "Provavelmente detectamos um sobrevivente sortudo no sistema", afirmou o iG Johny Setiawan, do Instituto Max Planck, na Alemanha, principal autor do estudo publicado nesta quinta na revista Science.

Além disso, apesar de atualmente o planeta, chamado HIP 13044 b, estar dentro da Via Láctea, sua origem é de uma galáxia que existiu em torno dela mas se desmanchou há bilhões de anos. Isso faz com que ele seja o primeiro planeta vindo de uma outra galáxia a ter sua existência confirmada após mais de 15 anos de pesquisas que descobriram mais de 500 planetas orbitando estrelas dentro da Via Láctea.

O HIP 13044 b também tem outra peculiaridade: foi encontrado em torno de uma estrela que tem poucos elementos pesados, além de hidrogênio e hélio, como ferro. “No modelo mais aceito de formação de planetas isto é incomum. Ele prevê que quanto maior a abundância de metais maior a probabilidade de formar um planeta. A descoberta é uma evidência de que há mecanismos alternativos para a formação de planetas que permite a formação de planetas em torno de estrelas muito pobres em metal”, explicou Setiawan.

Uma das explicações para a sobrevivência é que o planeta, que tem uma massa maior que a de Júpiter, estava em uma órbita segura quando sua estrela passou pela fase da gigante vermelha. "Há evidências de que havia outros planetas mais perto da estrela, mas que não sobreviveram", disse Setiawan.

Agora o sobrevivente, batizado de HIP 13044 b, pode não estar totalmente seguro. O próximo estágio de evolução de sua estrela a levará a uma nova expansão e ele pode ser ter o mesmo destino de seus planetas irmãos.


TEXTO EXTRAÍDO Site IG

Veja a matéria original aqui


NOTA: Estranho que esse planeta não estivesse orbitando estrela alguma. Parece ser um planeta errante, já que, segundo dizem, há muito ele se desprendeu de outra galáxia, e também há "bilhões de anos".

Também disseram haver evidências de planetas irmãos que foram destruídos pela estrela que se agigantou; mas quais evidências são estas não foram esclarecidas. Por isso eu sou um tanto cético para uma notícias dessas.