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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Desmatamento da Amazônia e os animais.


Avanço de empresas de petróleo, madeireiras e mineradoras tem como consequência extinção de espécies recém-descobertas.

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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Bilhões de anos novamente. Rssssss


A vida na Terra teria surgido há cerca de três bilhões de anos, provavelmentequando formas primitivas desenvolveram estratégias mais eficazes de captar energia do sol, segundo estudo publicado na revista científica Nature. A conclusão é de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), que construíram [!] um “fóssil genômico”, essencialmente um modelo matemático que tomou 1.0000 genes chave existentes hoje e calculou como evoluíram a partir de um passado muito distante. Segundo o estudo, o genoma coletivo de toda a forma de vida se expandiu maciçamente entre 3,3 e 2,8 bilhões de anos e durante esse tempo, 27% de todas as famílias de genes existentes atualmente emergiram para a vida.

Os cientistas Eric Alm e Lawrence David afirmaram que a grande emergênciaprovavelmente se deu através do advento de um processo bioquímico chamado transporte de elétrons. Essa é uma função chave da biologia, que envolve o movimento de elétrons dentro das membranas das células e é central para plantas e alguns micróbios, capacitando-os a captar energia do sol através da fotossíntese e respirar oxigênio.

A grande mudança, que Alm e David apelidaram de expansão Arqueana, foi seguida, cerca de 500 milhões de anos depois, de um fenômeno conhecido como Grande Evento da Oxidação, quando a atmosfera terrestre se tornou progessivamente impregnada de oxigênio. O Grande Evento de Oxidação foi,possivelmente, a maior reviravolta de espécies da história da Terra, uma vez que as formas de vida primitivas ou biológicas anaeróbicas morreram, sendo substituídas por formas aeróbicas maiores e mais inteligentes.

“Nossos resultados não podem dizer se o desenvolvimento do transporte de elétrons causou diretamente a Expansão Arqueana”, admitiu David. “No entanto, podemos especular que ter acesso a uma disponibilidade muito maior de energia permitiu à biosfera abrigar ecossistemas microbianos mais complexos e maiores”, disse.

Os fósseis remotos datam de um período chamado de Explosão Cambriana, 588 milhões de anos atrás. Mas, com raras exceções, formas de vida pré-cambrianas tinham o corpo macio, e por isso não deixavam marcas fossilizadas. Mesmo assim, deixaram como legado um DNA abundante, que explica a recriação do “fóssil genômico” em computador. “O que é realmente notável sobre essas descobertas [?] é que provam que as histórias de eventos muito antigos são registradas no DNA compartilhado por organismos vivos”, disse Alm. “Agora que começamos a entender como decodificar essa história, espero que possamos reconstruir alguns dos eventos mais remotos da evolução da vida em detalhes”, emendou.

Nota do autor do Blog:Os cientistas ainda não sabem o que causa um simples soluço; não sabem se o universo é múltiplo ou único e nem se tem muita ou pouca matéria escura; confundem bactérias terrestres com vida alienígena (isso aconteceu com o meteorito de Marte [lembra?] e com a pataquada da Nasa); e querem que acreditemos que eles sabem como a vida “surgiu” há supostos três bilhões de anos! Isso é que é ufanismo darwinista! A ciência é uma tremenda ferramenta útil, quando trabalha dentro dos limites do método científico. Mas, quando resolve extrapolar sua esfera de ação para a história e a filosofia, a coisa começa a complicar, pois fica-se na dependência de pressupostos não verificáveis. Uma experiência feita com modelo computacional, com premissas alimentadas por cientistas que já sabem o que querem encontrar... Isso é ciência empírica? Passa longe. E o que seria uma forma de vida “primitiva”? Uma célula? Mas esta já deveria conter informação genética para existir e se multiplicar. Informação surge do nada? Deveria ter, também, uma membrana seletiva composta de proteínas específicas. Isso já existia, então? E antes que surgisse o tal processo bioquímico de transporte de elétrons, essencial à vida? Como as primeiras formas de vida “se viravam”? Complexidade irredutível surge de repente? O uso das palavras “possivelmente”, “provavelmente” e “especulação” dá o tom da matéria acima. Mas, para quem lê somente os títulos das reportagens e suas linhas (não as entrelinhas), fica a certeza de que a vida pode simplesmente surgir.[MB]

Acesse o site abaixo e veja mais matérias interessantes:

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010


Em coletiva de imprensa realizada [ontem], a Nasa anunciou a descoberta de um ser vivo que, mesmo morando na Terra, é diferente de qualquer outra criatura já encontrada e pode ser o primeiro passo para redefinir o sentido da palavra “vida”. “É extremamente importante porque essa foi a primeira vez que se descreveu um organismo que é capaz de sobreviver sem fósforo, usando arsênico no lugar”, explica o Dr. Douglas Galante, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo. O organismo em questão é uma bactéria encontrada no lago Mono, na Califórnia, e descrito em um trabalho pela pesquisadora Felisa Wolfe-Simon na Science. Nessa bactéria, o arsênico, que é considerado um elemento extremamente tóxico para outros seres vivos, está presente do DNA, nas proteínas, no ATP e é usado em todos os seus processos metabólicos.

Embora fósforo e arsênico tenham propriedades químicas parecidas, este é muito mais instável. De alguma forma, a bactéria encontrada tem mecanismos que conseguem lidar com o arsênico de forma nunca antes vista em um ser vivo, o que pode significar que ela evoluiu paralelamente [sic], separada de todo o resto que conhecemos.

“Ela pode ser definida como uma quebra de paradigmas. A descoberta muda nossa maneira de buscar vida fora da Terra”, diz Galante, que atualmente coordena a montagem do laboratório de Astrobiologia da USP; a ciência define o estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no universo. [...]

NOTA DO AUTOR DO BLOG:
Dias antes, a Nasa já havia anunciado que faria uma declaração impressionante sobre vida extraterrestre, o que causou sensação em todo o mundo. A descoberta é interessante, sem dúvida, mas de extraterrestre nada tem. Na verdade, revela o quanto ainda desconhecemos sobre a vida em nosso próprio planeta. O que me chamou a atenção mesmo foi a maneira como a revista Veja colocou a coisa: “A descoberta de uma bactéria que se comporta como um organismo extraterrestre[!], anunciada nesta quinta-feira pela Nasa, pode ser a conquista mais importante da astrobiologia neste século, de acordo com o astrônomo Douglas Galante, coordenador do laboratório de astrobiologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). ‘Isso abre portas para a existência de formas de vida em outros planetas que não utilizem os seis elementos básicos da vida na Terra’, afirma. Todas as formas de vida em nosso planeta são baseadas em seis elementos químicos: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Mas a bactéria descoberta por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Astrobiologia da Nasa é capaz de dispensar o fósforo e substituí-lo por arsênio.” Se nunca foi encontrado um organismo extraterrestre, como Veja pode afirmar que essa bactéria se comporta como extraterrestre? Sei não, mas acho que além de um argumento do tipo non sequitur (encontramos um organismo na Terra que se comporta de maneira diferente dos outros, portanto, pode existir vida extraterrestre), esse é outro caso em que a empolgação atropelou o bom senso. Aguardemos novas pesquisas.[MB]


NOTA: Uma coisa deve ser considerada: o planeta TERRA não é o mais velho do universo. Portanto se há vida organizada e pensante no nosso planeta, também deve ocorrer nos demais. É incoerente ou no mínimo ingênuo achar que apenas no nosso planeta existe vida racional com possibilidade de desenvolvimento tecnológico, por exemplo, e nos demais planetas apenas formas de vida com pouca complexidade, por exemplo as bactérias.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Planeta errante


Um novo planeta, originário de fora da Via Láctea, orbitando ao redor de uma estrela sem elementos pesados, e que não deveria mais existir, está desafiando o conhecimento da formação destes corpos celestes. Ele atualmente orbita ao redor da estrela HIP 13044, mas deveria ter sido destruído quando a estrela se transformou numa gigante vermelha, no qual ela multiplica diversas vezes seu tamanho e engole tudo que estiver por perto. "Provavelmente detectamos um sobrevivente sortudo no sistema", afirmou o iG Johny Setiawan, do Instituto Max Planck, na Alemanha, principal autor do estudo publicado nesta quinta na revista Science.

Além disso, apesar de atualmente o planeta, chamado HIP 13044 b, estar dentro da Via Láctea, sua origem é de uma galáxia que existiu em torno dela mas se desmanchou há bilhões de anos. Isso faz com que ele seja o primeiro planeta vindo de uma outra galáxia a ter sua existência confirmada após mais de 15 anos de pesquisas que descobriram mais de 500 planetas orbitando estrelas dentro da Via Láctea.

O HIP 13044 b também tem outra peculiaridade: foi encontrado em torno de uma estrela que tem poucos elementos pesados, além de hidrogênio e hélio, como ferro. “No modelo mais aceito de formação de planetas isto é incomum. Ele prevê que quanto maior a abundância de metais maior a probabilidade de formar um planeta. A descoberta é uma evidência de que há mecanismos alternativos para a formação de planetas que permite a formação de planetas em torno de estrelas muito pobres em metal”, explicou Setiawan.

Uma das explicações para a sobrevivência é que o planeta, que tem uma massa maior que a de Júpiter, estava em uma órbita segura quando sua estrela passou pela fase da gigante vermelha. "Há evidências de que havia outros planetas mais perto da estrela, mas que não sobreviveram", disse Setiawan.

Agora o sobrevivente, batizado de HIP 13044 b, pode não estar totalmente seguro. O próximo estágio de evolução de sua estrela a levará a uma nova expansão e ele pode ser ter o mesmo destino de seus planetas irmãos.


TEXTO EXTRAÍDO Site IG

Veja a matéria original aqui


NOTA: Estranho que esse planeta não estivesse orbitando estrela alguma. Parece ser um planeta errante, já que, segundo dizem, há muito ele se desprendeu de outra galáxia, e também há "bilhões de anos".

Também disseram haver evidências de planetas irmãos que foram destruídos pela estrela que se agigantou; mas quais evidências são estas não foram esclarecidas. Por isso eu sou um tanto cético para uma notícias dessas.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O Fim do Universo


O Universo poderá desaparecer em cerca de 3,7 bilhões de anos, revelam astrofísicos americanos e japoneses que questionam a teoria sobre a expansão permanente espaço-tempo. “É improvável que o Universo acabe durante nossa vida, mas há 50% de possibilidade de que o tempo tenha fim em cerca de 3,7 bilhões de anos”, assinalaram os cientistas. Na opinião desse grupo de cientistas, certos métodos e hipóteses utilizados há muito tempo pelos astrofísicos, e seu recurso a um limite arbitrário para o tempo com o qual calculam as probabilidades de um universo de expansão infinita, levam de fato à conclusão de que o tempo terá um fim. “Em outras palavras, esse limite de tempo, considerado unicamente como ferramenta de cálculo estatístico, se comporta de fato como um evento físico real”, explica Raphael Bousso, astrofísico da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), um dos autores do estudo, publicado no site arXiv.org.

“Se esta conclusão não é correta, significa que uma das hipóteses do modelo matemático é errada, o que seria extremamente interessante para os astrofísicos, que durante tanto tempo a consideraram muito razoável.”

“É muito importante compreender que não afirmamos nossa certeza sobre essa conclusão de que o tempo terá um fim, mas não podemos excluir a possibilidade de que isso ocorra”, destacou Bousso. Segundo a teoria amplamente aceita, o Universo nasceu do Big Bang, há cerca de 13,7 bilhões de anos, e se expande a uma velocidade que se acelera exponencialmente e até o infinito.

Nota do autor do Blog: O fato é que, do ponto de vista naturalista, o Universo e a vida, mais cedo ou mais tarde, estarão fadados à extinção. Uma existência à luz dessa perspectiva acaba esvaziada de sentido, pois todas as realizações humanas, sonhos e esperanças, se se limitam a essa compreensão, são vãos. Mas a Bíblia apresenta outro ponto de vista a respeito do futuro; e há esperança nesse cenário. Muito antes dos supostos 3,7 bilhões de anos, Jesus voltará a este mundo para resgatar os que aceitaram Seu plano de salvação. Confiraaqui e não deixe de acompanhar as palestras Tempo de Esperança, com o Pr. Luís Gonçalves (mais informações aqui).

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

DNA trabalhoso!


Um dos grandes líderes da pesquisa com genoma humano no mundo, Eric Green, diretor do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano (EUA), fez, em visita ao Brasil, um mea-culpa pelas promessas não cumpridas do genoma humano. Dez anos após o sequenciamento ser apresentado, ele reconhece que analisar os dados levantados e relacionar determinados genes a determinadas doenças se mostrou algo difícil de fazer. “Muitos de nós pensamos que rapidamente entenderíamos como o genoma se relacionava com as doenças, e que muito rapidamente isso mudaria toda a medicina”, disse ele à Folha. “Agora percebemos que há muito mais passos no caminho e que eles vão exigir muito trabalho. O que fizemos de maneira ingênua foi talvez prometer que avanços médicos viriam rápido.”

É necessário, diz ele, rever a fala do seu colega Francis Collins, na apresentação da sequência do genoma humano, em 2000. Na época, Collins dizia que, em dez anos, testes genéticos diagnosticariam câncer, Alzheimer e diabetes. Não aconteceu.

“Nós realmente acreditávamos nisso. Mas não ter acontecido não significa que exista algo errado com o nosso campo”, diz Green, que esteve no Brasil para o Simpósio Avanços em Pesquisas Médicas, da USP. “Se olhar para os avanços médicos na história, dificilmente você vai encontrar algo que deixou de ser uma descoberta científica básica e realmente mudou a prática da medicina em uma década”, comenta o cientista. “São sempre 20, 30, 40 anos antes de você conseguir isso. Se tivéssemos sido lembrados disso há dez anos, provavelmente teríamos visto tudo de maneira diferente.”

Além das interações entre genoma e doenças terem se mostrado complexas, Green lembra que há uma limitação de recursos humanos. “Não há gente jovem suficientemente treinada tanto em computação quanto em biologia, e precisamos de gente boa nas duas áreas.”

Nota do autor do Blog:Essa admissão é muito bem-vinda, já que reconhece que a vida é muito mais complexa do que os cientistas geralmente supõem. Basta lembrar que o denominado DNA lixo não é mais considerado assim. Os cientistas que lidam com a genética deveriam trabalhar com reverência diante dessa tremenda digital do Criador e, assim como fez Collins, reconhecer que o código aponta para o Codificador.[MB]

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