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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O INTERESSANTE DNA


Que a molécula de DNA tem a forma de uma rosca-sem-fim, comumente chamada de espiral dupla, todo mundo sabe. O que é bem menos difundido é o fato de que, se o genoma de cada célula for esticado, ele terá dois metros de comprimento. Sabendo disso, uma pergunta imediatamente se coloca: como é que as moléculas de DNA se enrolam para caber dentro da célula, sem se embaraçar e sem dar nós? Essa pergunta agora foi respondida por pesquisadores das universidades de Harvard e MIT, nos Estados Unidos, que decifraram a estrutura tridimensional do genoma humano, gerando a primeira imagem 3D do DNA em seu estado natural, no interior de uma célula.

"Nós sabemos há muito tempo que o DNA, em pequena escala, tem o formato de espiral dupla", diz o pesquisador Erez Lieberman-Aiden, um dos autores da descoberta. "Mas se a espiral dupla não se dobrasse, o genoma de cada célula teria dois metros de comprimento. Os cientistas de fato não entendiam como a espiral dupla se dobra para caber no núcleo de uma célula humana, que tem cerca de um centésimo de milímetro de diâmetro."

Ao mapear tridimensionalmente o DNA, os pesquisadores fizeram duas descobertas surpreendentes. Primeiro, o genoma humano é organizado em dois compartimentos separados, mantendo os genes ativos facilmente acessíveis, enquanto o DNA não utilizado fica muito mais compactado em outro compartimento.

Os cromossomos deslizam para dentro e para fora dos dois compartimentos repetidamente, conforme seus DNAs tornam-se ativos ou inativos. "De forma muito inteligente, as células separam os genes mais ativos, tornando mais fácil para as proteínas e outros reguladores alcançá-los", diz Job Dekker, outro membro da equipe.

A segunda descoberta é que o genoma adota uma organização muito incomum, conhecida como fractal. A arquitetura específica que os cientistas encontraram, chamada "glóbulo fractal", permite que a célula empacote o DNA em um formato incrivelmente denso - a densidade de informações alcançada é trilhões de vezes mais alta do que a encontrada em uma memória de computador.

E isso sem permitir que o genoma se embarace ou dê nós, o que inviabilizaria o acesso da célula ao seu próprio genoma. Além disso, o DNA pode facilmente ser desdobrado e novamente dobrado durante os processos de ativação genética, repressão genética e replicação celular.


NOTA DO AUTOR DO BLOG: Você prestou bastante atenção à linguagem de design? Se não, é só voltar aos trechos que grifei no texto. Curiosamente, a matéria não dedica uma linha, uma palavra sequer sobre a evolução de um mecanismo tão complexo (é a mesma coisa na matéria publicada pela Science).
Revelador, não?[MB]


Clique na figura abaixo e veja mais a respeito:

terça-feira, 13 de outubro de 2009


Steve Jones, de 65 anos, é professor de genética da University College London, na Inglaterra, e autor de A Ilha de Darwin. Em entrevista à revista Veja desta semana, ele disse que, assim como ele, Darwin "teria um pé atrás com esse tipo de estudo [a psicologia evolutiva]. O que os psicólogos evolutivos fazem é redescobrir o óbvio. Todos sabem que homens velhos gostam de mulheres jovens. E que as mães amam seus filhos. Comportamentos como esses são apresentados como se fossem grandes novidades. Mas são evidentes. E há um certo exagero na tentativa de provar que tudo na sociedade tem origem evolutiva. Um exemplo desagradável: pela lógica da evolução, o estupro pode ser compreendido como uma forma mais eficiente de um macho propagar os seus genes. No entanto, a evolução também nos deu consciência [Será que foi mesmo a evolução? Não seria outra dessas respostas prontas e aparentemente simples, dizer que um dia a consciência, noção de bem e mal, simplesmente evoluiu?], com a qual podemos decidir que a maneira correta de se comportar não é sair por aí violentando mulheres. Isso prova que explicações evolutivas sobre certos comportamentos humanos são muitas vezes incorretas, inúteis e, na melhor das hipóteses, ingênuas. Nem tudo é evolução".


Nota do autor desta matéria: Concordo com Jones em considerar incorretas, inúteis e ingênuas as explicações evolutivas sobre certos comportamentos humanos. Lembro-me de que uma reportagem da revista Superinteressante chegou até a justificar o comportamento adúltero com base nos imperativos genéticos, tornando-nos quase reféns das "vontades" dos genes. De minha parte, prefiro continuar crendo num antigo relato histórico segundo o qual o ser humano, ente criado com consciência e livre-arbítrio, fez uma má escolha, deu as costas ao Criador e enveredou pelo caminho do pecado. Essa natureza corrompida o inclina para o mal, mas o Pai, em Sua bondade, proveu solução: "Tudo posso nAquele que me fortalece" (Filipenses 4:13). Podemos submeter nossa consciência e vontade à guia do Espírito Santo e lutar contra as más tendências.[MB]


Maiores detalhes destes e outros temas, acesse o site clicando na figura abaixo:

É realmente aquecimento global?


O ano em que foi registrado o recorde de altas temperaturas na Terra não foi 2007 ou 2008, mas 1998. Nos últimos 11 anos não se observou um aumento das temperaturas do planeta. Ninguém previu isso, mesmo com o aumento das emissões de dióxido de carbono, gás que se pensa ser o responsável pelo aquecimento global. Aqueles que não acreditam na mudança do clima da Terra argumentam que há ciclos naturais, dos quais não se tem controle, que determinam a temperatura do planeta. Mas qual a evidência disso? A abordagem das pesquisas foi simples: verificar o comportamento do Sol e a intensidade dos raios cósmicos nos últimos 30-40 anos e compará-los com a tendência de aumento da temperatura. Os resultados foram claros: “o aquecimento nas duas últimas décadas dos 40 anos pesquisados não pode ter sido causado pela atividade solar”, declara Dr. Piers Forster, da Universidade de Leads. Mas outro cientista, Piers Corbyn, da Weatheraction, discorda. Ele acredita que as partículas com energia do Sol que chegam à Terra nos provocam um grande impacto.

De acordo com a pesquisa desenvolvida pelo professor Don Easterbrrk, da Western Washington University, os oceanos e a temperatura são correlatos. Os oceanos, segundo o professor, têm um ciclo de aquecimento e resfriamento natural. Nos anos 1980 e 1990, estávamos num ciclo positivo, isto é, de temperaturas mais altas que a média. As observações revelaram que, nessa época, a temperatura global era quente também.

Esses ciclos, no passado, duravam cerca de 30 anos.

NOTA DE ORIGEM DESTA MATÉRIA: Só não vê quem não quer que o aquecimento global está sendo usado para finalidades político-
religiosas.

Maiores detalhes de assuntos referentes a este tema, basta clicar na figura abaixo.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Analise refletindo nas tiras abaixo











Essas e outras tiras bem como matérias muito interessantes você encontra ao clicar na figura abaixo:


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Âmbar e água


Organismos excepcionalmente fossilizados em âmbar têm sido encontrados por todo o mundo. Flores, musgo, caracóis, lagartos, penas de pássaro, pelo de mamíferos, insetos e até micróbios dentro dos seus intestinos[1] são alguns dos seres vivos que podemos encontrar em âmbar. Os fósseis de âmbar são datados como tendo milhões de anos, mas isso não se deve a uma “datação” direta. A idade que lhes é atribuída depende da camada estratigráfica em que são encontrados, bem como dos fósseis de idade[2] contidos nela. Havia muita incerteza e discussão a respeito da forma como o âmbar fossilizado é formado. A teoria mais aceita era de que a resina exsudada pelas árvores solidificava na casca da árvore, os organismos ficavam presos na superfície da resina e, subsequentemente, enclausurados pelos sucessivos fluxos.

Mas havia um problema com essa teoria: ela não explicava como os milhões de organismos aquáticos – como os crustáceos, percevejos d'água, escaravelho aquático, ostras, moluscos, algas e bactérias – ficaram presos no âmbar. Como é que criaturas que vivem no mar ficaram presas na seiva das árvores?

Cientistas do Museu de História Natural de Berlim e da Universidade da Flórida acreditam ter a resposta para o sucedido. Após serrarem cascas de árvores de um pântano da Flórida, eles observaram que a resina que saía da árvore e que fluía para dentro da água apanhou os pequenos crustáceos, carrapatos, bactérias e fungos aquaticos que se encontravam no caminho. A pesquisa mostrou como “os insetos aquáticos podem ficar encurralados na resina sem deixar o ambiente aquático“.

Esses cientistas sugeriram que o cenário para a preservação dos fósseis em âmbar requer uma inundação. Nas suas próprias palavras, uma vez estando os insetos presos no âmbar:

“The pond then dries out in the summer, and a flood brings sediment to cover the forest floor, so the resin piece becomes well conserved [later turning into amber]” (o lago seca no verão e uma inundação traz sedimentos que cobrem a superfície da floresta e a resina fica bem conservada [tornando-se mais tarde em âmbar]).

A pesquisa foi publicada na PNAS.

Relativamente a isso, pense no efeito que o dilúvio global descrito na Bíblia poderia ter tido. A catástrofe diluviana teria multiplicado os efeitos da experiência desses cientistas. Por exemplo, as árvores arrancadas do solo e a baterem violentamente contra outros corpos levados pela água perderiam suas cascas e soltariam grandes quantidades de resina âmbar na água, aprisionando os animais que se encontrassem no caminho.

Quando se considera uma catástrofe dessas proporções e a quantidade de organismos fossilizados em âmbar por todo o mundo, torna-se óbvio que seria necessária uma inundação global – como aquela descrita na Bíblia – para termos à nossa disposição essa enorme quantidade de seres vivos presos em âmbar. Não admira que até seja possível encontrar gotas de água e bolhas de ar em âmbar.

A ciência devidamente estabelecida sempre estará de acordo com aquilo que a Bíblia diz e mostra. Para além de explicar os fósseis de âmbar, o Dilúvio bíblico também explica o restante dos fósseis extraordinariamente preservados.

Nota do blog A Lógica do Sabino: Todos os insetos fossilizados em âmbar são iguais às formas de vida que estão hoje conosco. Não mostram evolução e surgem abruptamente no registo fóssil. Interessante de um ponto de vista criacionista, não? (Ver exemplo: "A pequena formiga que resistiu a 15 milhões de anos de Evolução")

Referências:

1. Micróbios esses que são indistinguíveis dos que se encontram no interior das térmites que vivem hoje. Por que será que não houve evolução nos alegados milhões de anos decorridos?

2. Fósseis de idade correspondem a formas de vida que sobreviveram durante intervalos de tempo curtos e viveram dispersas por muitas zonas da Terra e, como tal, são usados pelos geólogos para datarem as rochas onde se encontram. É fácil perceber as falácias desse tipo de datação e por que motivo nunca se encontram, por exemplo, trilobitas em camadas “mais novas”.

Para ler essa e outras matérias clique na figura abaixo:

Concurso de fotos

Finalistas amadores e profissionais de um concurso de fotografias retratando a vida selvagem terão suas obras expostas no Museu de História Natural de Londres a partir do fim deste mês.

A exposição dos melhores trabalhos do prêmio Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year 2009 será inaugurada no próximo dia 23 de outubro.

A mostra fica em cartaz em Londres até abril do ano que vem, quando as fotos seguem em um roteiro itinerante.

Ao todo, 95 fotografias receberão prêmios de finalistas e menções honrosas. Os vencedores serão anunciados no dia 21 de outubro, dois dias antes da abertura da exposição.

A competição do Museu da História Natural e da revista BBC Wildlife, que ocorre pelo 46º ano consecutivo, recebeu mais de 43 mil inscrições de fotógrafos de 94 países.

O prêmio é dividido em 17 categorias e há também uma premiação para dois vencedores gerais - um adulto e outro para jovens de até 17 anos.

Por causa do número crescente de visitantes curiosos para ver os trabalhos da premiação, neste ano o museu vai expor as fotografias em uma de suas maiores galerias.

Veja abaixo algumas fotos da exposição:





Essa matéria foi extraída do site abaixo:

http://ultimosegundo.ig.com.br

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Sabe usar o DVD FLICK?

O DVD Flick torna a tarefa de criação de DVDs algo muito mais fácil, divertido, interativo e criativo. Com uma interface simples, opções bem organizadas e recursos matadores, o DVD Flick permitirá que você crie discos com qualidade profissional, sem perder a funcionalidade e facilidade, que são características primordiais para que o usuário final possa usar. E não bastasse tudo isso, o programa é totalmente gratuito e de código aberto.

O que é necessário?

Para poder aproveitar ao máximo os recursos do DVD Flick, você vai precisar de um pacote de codecs instalado no PC. O DVD Flick suporta vídeo e áudio em diversos formatos de codificação diferentes, mas é necessário que os codecs estejam instalados previamente no computador, para que o DVD Flick reconheça os vídeos. O Baixaki possui diversos pacotes com os mais diversos codecs, desde os mais populares, até aqueles que você só vem em ocasiões específicas. Clique aqui para visitar a categoria de pacotes de codecs.

Guia de uso

Veja abaixo o nosso passo a passo de como criar um DVD para assistir na sua televisão. O texto pode parecer longo, mas em poucos minutos você terminará o processo, dependendo das opções que escolher.

1. O primeiro passo é adicionar os vídeos que você deseja gravar no DVD. Para isso, clique no botão “Add title”, que fica do lado direito da interface. Será aberta uma janela do Windows Explorer. Localize o arquivo desejado e clique no botão “Abrir”.


A partir de agora, vamos nos referir como “Vídeos primários” aos vídeos adicionados utilizando o processo acima descrito. Precisamos fazer dessa forma, pois é possível inserir vídeos secundários ao primário, para que eles sejam executados em sequência, como se fossem um só.

Vídeos secundários são úteis, por exemplo, para situações em que você quiser fazer um DVD com diversos temas, mas quer que os vídeos com mesmo tema fiquem agrupados e sejam tocados em sequência.

2. Vamos agora editar os detalhes do vídeo primário, bem como adicionar secundários. Selecione um dos vídeos primários que você adicionou e clique no botão “Edit title”.

2.1. Opções gerais - O item “General”, da janela que se abrirá, permite que você defina as seguintes configurações:

- Título do vídeo primário: digite o título que você quiser.

- Proporção da tela: escolha Widescreen (16:9) se você pretende assistir ao vídeo em televisões widescreen; ou Normal (4:3), se sua intenção é usar somente em televisões de tela “quadrada”.



Observação: conforme o vídeo que você adicionar, será definida automaticamente a proporção da tela. Lembre-se de que alterar a proporção para uma diferente da que o vídeo está fará com que ele fique esticado ou comprimido, mas é melhor definir conforme a televisão que você pretende usar, para que não sejam exibidas faixas pretas na tela.

- Thumbnail time index: tempo do vídeo que será exibido na pré-visualização do menu do DVD. O tempo padrão é de 7 segundos, mas você pode alterar como quiser.

- Copy timestamps: quando os vídeos forem convertidos, o programa recalculará os tempos de duração. Marque esta caixa de seleção para que isso não seja feito e os tempos originais sejam mantidos. O padrão é deixar a opção desmarcada.

2.2. Capítulos - Depois de definir as opções descritas acima, clique no item “Chapters”. Ele serve para criar os capítulos do DVD, para acesso rápido através do menu e controle rápido da reprodução dos vídeos, através do controle remoto do aparelho de DVD. É possível definir a duração de cada capítulo, a quantidade de capítulos a serem adicionados e criar capítulos em todos os vídeos secundários adicionados.

2.3. Vídeos secundários – Clicando em “Video sources”, você verá o vídeo primário e todos os secundários adicionados. Utilize o botão “Add” para adicionar mais vídeos secundários; “Remove” para excluir os selecionados; e os botões “Move up” e “Move down” para mudar a sequência em que eles serão exibidos. Nesta tela, também é possível alterar a proporção de cada um dos vídeos secundários.



2.4. Faixas de áudio – Clique em “Audio tracks” para ver as faixas de áudio associadas a cada um dos vídeos (primários e secundários). Você pode inserir faixas de áudio personalizadas, para adicionar idiomas diferentes, ou mesmo uma faixa com comentários. Para isso, clique no botão “Add” e localize o arquivo de áudio (ou vídeo) em seu computador.

Curiosidade: você pode utilizar faixas de áudio de outros vídeos que não estiverem em seu projeto. Basta selecioná-los, procedendo conforme explicamos acima. Adicionar uma faixa de áudio de outro arquivo de vídeo não fará com que o vídeo venha junto.

2.5. Legendas – Use o item “Subtitle tracks” para adicionar legendas aos vídeos.

Se você tiver inserido mais de um vídeo primário na interface principal, clique no botão “Next title” para exibir o próximo da lista. Assim, você pode configurar as mesmas opções que definiu no vídeo primário anterior.

2.6. Quando tiver terminado, clique no botão “Accept” para que o programa volte à interface principal.

3. Agora é a hora de criar um menu para o seu DVD. Clique no botão “Menu settings”, que fica no meio da área superior do programa. Existem seis opções de temas para o menu. Clique na desejada e, se não quiser alterar mais nada, clique em “Accept” para confirmar.



3.1. As três caixas de seleção presentes abaixo da pré-visualização possuem as seguintes funções:

- Auto-play menu: mostrar o menu automaticamente quando o DVD for inserido.

- Show subtitle menu first: mostrar as opções de legenda primeiro.

- Show audio menu first: exibir primeiro as opções de faixas de áudio.

Observação: sempre que você inserir o DVD no aparelho tocador, os menus aparecerão na sequência em que você configurou. O botão “Preview” permite que você veja como ficará o menu depois da gravação do DVD.

4. Pronto! Terminamos a criação. Agora precisamos configurar a maneira como o DVD será gravado. Clique no botão “Project settings”. Neste ponto, você já deve estar acostumado à forma como a interface do programa mostra as opções. Então, mãos à obra.

4.1. No item “General”, você deverá definir as seguintes opções:

- Título do projeto (Title): dê o título que você quiser — lembrando que o arquivo de projeto será salvo no seu computador, e não no DVD.




- Tamanho do disco (Target size): aqui você poderá definir a capacidade do DVD no qual você gravará seus vídeos. As opções variam de CDs normais, com 650 a 800 MB, até DVDs com 4.7 a 7.9 GB e Mini-DVDs com 1.35 e 2.47 GB. Se clicar em Custom, você pode definir manualmente a capacidade do disco, no campo “Custom size”.

- Prioridade do processo (Encoder): o ideal é deixar o computador fazendo a conversão dos vídeos e gravação do DVD em um momento que você não esteja usando o computador, para que toda a capacidade do processador seja usada. Defina essa opção para “Above normal” para dedicar todo o desempenho do processador à codificação, ou para “Below normal” se você pretende usar o PC enquanto o DVD Flick faz a conversão e gravação do disco.

- Quantidade de processos (Thread count): o DVD Flick tira proveito das tecnologias de vários núcleos dos processadores modernos. Aumente ou reduza o número desta opção para a quantidade de núcleos que o processador da sua máquina tem. Se não souber, não altere nada.

4.2. Video – Clique neste item para definir as configurações de vídeo.

- Target format: mude esta opção para NTSC, pois este é o formato padrão dos aparelhos de DVD comercializados no Brasil.



- Encoding: aqui você pode definir a velocidade de codificação, que tem influência direta na qualidade do vídeo. Quanto mais rápido, menor a qualidade; quanto mais lento, melhor — “Fastest” é a mais rápida e “Best” é a mais lenta.

- Deixe as demais opções como estão.

4.3. Audio – não é necessário fazer qualquer alteração neste item, pois sua configuração é automática.

4.4. Playback – o primeiro campo deste item definirá o que será feito quando um vídeo primário chegar ao fim. As opções são as seguintes (na ordem em que aparecem):

- Tocar o próximo vídeo primário.

- Executar o mesmo vídeo quando terminar.

- Parar a reprodução.

- Retornar ao menu.

As duas caixas de seleção servem para, respectivamente, tocar novamente o primeiro vídeo quando chegar ao ultimou e sempre definir a primeira legenda da lista como a padrão.

4.5. Burning – o DVD Flick também é capaz de gravar o seu DVD. Entretanto, se você preferir usar outro programa, marque a caixa “Create ISO image” para que o DVD Flick crie uma imagem ISO, possibilitando assim que você use o arquivo para gravar um DVD posteriormente.

Se você preferir já gravar o DVD com o DVD Flick, clique na caixa “Burn project to disc”. As opções de gravação serão habilitadas. Veja-as abaixo:

- Disc label: nome do disco, que aparecerá se você abri-lo no seu computador.

- Drive: nome do drive gravador. O DVD Flick o reconhecerá automaticamente. Se você usa mais de um, escolha na lista o desejado.

- Speed: velocidade de gravação. Você pode escolher entre as velocidades 1x a 16x, mas não é recomendável usar uma velocidade muito alta, pois isso aumenta os riscos de erros. O recomendável é usar 4x, 6x ou 8x.



5. Você já fez praticamente tudo o que precisa para gravar seu DVD. Agora é só clicar no botão “Accept”. Clique no botão “Save project”, dê um nome para o arquivo e depois clique em “Salvar”. É importante salvar seu projeto para o caso de ocorrerem erros na conversão do vídeo ou gravação do disco.

6. Ufa! Tudo pronto! Clique no botão “Create DVD” para começar o processo. Podem aparecer duas mensagens na sua tela. Clique em “Yes” na primeira e em “OK” na segunda. Dependendo das configurações definidas por você, pode ser que nenhuma delas apareça.

7. Agora é só esperar para o seu DVD ficar pronto!

ESTE SOFTWARE É GRATUITO!