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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Cobra com patas?


Uma nova tecnologia de imagem de raios-X está ajudando os cientistas a entenderem melhor como, no curso da evolução, as cobras perderam suas pernas. Os pesquisadores esperam que os novos dados ajudem a resolver um debate acalorado sobre a origem das serpentes: se elas evoluíram a partir de um lagarto terrestre ou aquático. Imagens novas e detalhadas em 3D revelam que a arquitetura interna dos ossos da perna de uma cobra antiga se assemelha às pernas de um lagarto. Os resultados foram publicados nesta terça-feira no Journal of Vertebrate Paleontology. A equipe de investigadores foi liderada por Alexandra Houssaye, do Museu Nacional d'Histoire Naturelle em Paris, França, e incluiu cientistas do Laboratório Europeu de Radiação Síncrotron (ESRF) em Grenoble, França, onde a imagem de raios-X foi feita, além do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT), na Alemanha.

Só existem três exemplares fossilizados de serpentes com os ossos da perna preservados. Eupodophis descouensi, a antiga serpente estudada neste experimento, foi descoberta há dez anos em rochas de 95 milhões de anos no Líbano [segundo a cronologia evolucionista]. Com cerca de 50 cm de comprimento total, ela apresenta uma pequena perna, de cerca de 2 cm de comprimento, ligada à pelve. O fóssil é chave para a compreensão da evolução das serpentes, pois representa um estágio evolutivo intermediário [sic], de quando as cobras ainda não tinham perdido completamente as pernas que herdaram dos lagartos. Embora o fóssil exiba apenas uma perna em sua superfície, pensava-se que uma segunda perna poderia estar escondida na pedra, o que, de fato, foi revelado em detalhes, graças à luz síncrotron dos raios-X.

As imagens de alta resolução em 3-D sugerem que essa espécie perdeu as pernas porque cresceu mais lentamente. Os dados também revelam que a perna oculta é flexionada no joelho e tem quatro ossos do tornozelo. mas não ossos do pé ou dedo do pé. “A revelação da estrutura interna dos membros posteriores da Eupodophis nos permite investigar o processo de regressão dos membros na evolução das serpentes”, diz Alexandra Houssaye.

(O Globo)

Nota do autor do blog: É o mesmo de sempre: um fato e muita especulação. Fato: o fóssil revela que um tipo de cobra tinha patas. Especulação: isso seria um “resquício evolutivo” do tempo em que as cobras caminhavam. Levando-se em conta que foram encontrados registros antigos (como na cultura sumeriana) de serpente bípede conversando com um casal debaixo de uma árvore (já li sobre isso em outro Livro...), parece que certas “lendas” deveriam ser levadas mais a sério. Certamente, esse achado fóssil poderia levar a outra interpretação, se a cosmovisão adotada também fosse outra. De qualquer forma, é mais uma evidência de involução (“evolução negativa”), ou seja, não há como provar que um animal tenha desenvolvido patas ou qualquer outro órgão complexo a partir de um ancestral incontestável e mais simples. Isso porque a informação genética complexa e específica necessária para dar origem a novos órgãos funcionais simplesmente não pode surgir do nada. As cobras perderam informação, não ganharam. Se os darwinistas quiserem chamar a isso de “evolução”, sintam-se à vontade. Só pra lembrar: certo Livro cujos primeiros capítulos são tidos por alguns como mito já descrevia um tempo em que as serpentes não rastejavam...[MB]


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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Finalmente chegaram a uma real conclusão


Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha? A dúvida que serve de inspiração para comerciais e brincadeiras até hoje está perto de ser esclarecida. Pelo menos é o que dizem os cientistas da Universidade de Sheffield e Warwich. Conclusões passadas davam conta de que seria o ovo, graças a evolução em que dois animais semelhantes (sem ser galinhas) teriam cruzado e originado um ovo que se tornaria a primeira galinha. No entanto, uma nova descoberta aponta que a galinha veio primeiro. Segundo os cientistas a formação da casca do ovo depende de uma proteína que só é encontrada nos ovários desse tipo de ave. Portanto, o ovo só existiu depois que surgiu a primeira galinha. A proteína – chamada ovocledidin-17 (OC-17) – atua como catalisador para acelerar o desenvolvimento da casca. A sua estrutura rígida é necessária para abrigar a gema e seus fluidos de proteção enquanto o filhote se desenvolve lá dentro. A descoberta foi revelada no documento “Structural Control of Crystak Nuclei by Eggshell Protein” – em tradução livre: Controle Estrutural de Núcleo de Cristais pela Proteína da casca do ovo.

Na pesquisa foi utilizado um supercomputador para visualizar de forma ampliada a formação de um ovo. A máquina, chamada de HECToR, revelou que a OC-17 é fundamental no início da formação da casca. Essa proteína é quem transforma o carbonato de cálcio em cristais de calcita, que compõem a casa do ovo. Dr. Colin Freeman, do Departamento de Engenharia Material da Universidade de Sheffield, constatou: “Há muito tempo se suspeita que o ovo veio primeiro, mas agora temos a prova científica de que, na verdade, a galinha foi a percussora.”

Para o professor John Harding, o estudo poderá servir como base para outras pesquisas. “Entender como funciona a produção da casca de ovo é interessante, mas também pode ser pista para a concepção de novos materiais e processos”, disse ele. “A cada dia a natureza [leia-se Deus] nos mostra suas solução inovadoras para todo o tipo de problema que ela encontra. Isso só comprova que podemos aprender muito com ela”, finalizou o professor.


Nota do autor do Blog:Com todo respeito, me divirto quando vejo certezas darwinistas caírem por terra. Na verdade, é assim que a ciência deve caminhar, mas a teimosia ferrenha com que certos naturalistas defendem suas crenças é um tanto temerária justamente por causa das "revoluções científicas" (Kuhn) que frequentemente lançam por terra paradigmas darwinistas incorretos. Queria ver a expressão no rosto de alguns darwinistas com quem debati tantas vezes esse assunto. Mais: se o ovo depende de uma proteína específica para se formar (deixemos a discussão sobre a complexidade do próprio ovo para outra ocasião), como o primeiro ovo teria se formado no interior da ave? Ponto para a tese da complexidade irredutível. Quanto ao fato de a galinha ter sido criada primeiro, disso os
criacionistas já sabiam faz tempo.[MB]



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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Baleia, leviatã


Pesquisadores descobriram o fóssil de uma baleia antiga com enormes e assustadores dentes. Escrevendo na revista especializada Nature, os cientistas chamaram a criatura, que viveu há 12 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], de "Leviatã". Acredita-se que a baleia tinha mais de 17 metros de comprimento, e que pode ter travado intensas batalhas com outras criaturas gigantes que viviam no mar durante o período. A Leviatã era bastante parecida com a baleia cachalote moderna em termos de tamanho e aparência. Mas é aí que termina a semelhança. Enquanto a baleia cachalote é um animal relativamente passivo, que engole lulas do fundo do mar, a Leviatã era uma agressiva predadora. De acordo com Christian de Muizon, diretor do Museu de História Natural de Paris, a Leviatã poderia ter caçado e comido grandes criaturas marinhas como golfinhos, focas e até mesmo outras baleias. "Era um tipo de monstro do mar", disse. "E é interessante notar que ao mesmo tempo nas mesmas águas havia outro monstro, que era um tubarão gigante de cerca de 15 metros de comprimento. É possível que eles tenham lutado."

Os pesquisadores especulam que a Leviatã podia caçar presas grandes, de até oito metros. A baleia capturava outros animais com sua enorme mandíbula e os destruía rapidamente com seus grandes dentes. [...] "Nós imediatamente vimos que era uma baleia muito grande e quando olhamos de perto vimos que era uma baleia cachalote gigante com dentes gigantes." [...]

A descoberta do crânio significa que a Leviathan não é apenas um mito. Os pesquisadores não sabem as razões que levaram à extinção do Leviatã. Eles especulam que possíveis mudanças ambientais podem ter obrigado a criatura a mudar seus hábitos alimentares. [...]

Nota do autor do BLOG:É o tipo de achado que ajuda a reforçar pelo menos dois relatos bíblicos tidos por alguns como lenda: a história de Jonas e o dilúvio de Gênesis. Com respeito a Jonas e o grande peixe (a Bíblia não diz que foi uma baleia que engoliu o profeta), há quem negue o relato afirmando que não existiriam peixes grandes o suficiente para que um homem passasse pela goela deles sem ter sido mastigado; ainda que tivesse sido uma baleia, isso não seria possível, já que nelas a goela é relativamente estreita. Bem, o achado do “leviatã” (se não levarmos em conta a elástica e duvidosa escala de tempo evolucionista) parece evidenciar justamente o contrário – existiram, sim, peixes capazes de engolir criaturas do tamanho de um homem. Além disso, como explicar que um animal desse porte possa ter sido fossilizado e encontrado num deserto? Somente quantidade gigantesca de sedimentos e lama poderia ter sepultado instantaneamente o animal a fim de que o corpo dele virasse fóssil. Juntando essa descoberta com outras, como a dos muitos dinossauros fósseis encontrados em todo o mundo, podemos concluir que um dilúvio universal seria boa explicação para esses achados surpreendentes. Seria o cachalote gigante do Peru o leviatã bíblico? Difícil afirmar com certeza.[MB]

Extraído do BLOG abaixo. Clique na figura

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Âmbar e água


Organismos excepcionalmente fossilizados em âmbar têm sido encontrados por todo o mundo. Flores, musgo, caracóis, lagartos, penas de pássaro, pelo de mamíferos, insetos e até micróbios dentro dos seus intestinos[1] são alguns dos seres vivos que podemos encontrar em âmbar. Os fósseis de âmbar são datados como tendo milhões de anos, mas isso não se deve a uma “datação” direta. A idade que lhes é atribuída depende da camada estratigráfica em que são encontrados, bem como dos fósseis de idade[2] contidos nela. Havia muita incerteza e discussão a respeito da forma como o âmbar fossilizado é formado. A teoria mais aceita era de que a resina exsudada pelas árvores solidificava na casca da árvore, os organismos ficavam presos na superfície da resina e, subsequentemente, enclausurados pelos sucessivos fluxos.

Mas havia um problema com essa teoria: ela não explicava como os milhões de organismos aquáticos – como os crustáceos, percevejos d'água, escaravelho aquático, ostras, moluscos, algas e bactérias – ficaram presos no âmbar. Como é que criaturas que vivem no mar ficaram presas na seiva das árvores?

Cientistas do Museu de História Natural de Berlim e da Universidade da Flórida acreditam ter a resposta para o sucedido. Após serrarem cascas de árvores de um pântano da Flórida, eles observaram que a resina que saía da árvore e que fluía para dentro da água apanhou os pequenos crustáceos, carrapatos, bactérias e fungos aquaticos que se encontravam no caminho. A pesquisa mostrou como “os insetos aquáticos podem ficar encurralados na resina sem deixar o ambiente aquático“.

Esses cientistas sugeriram que o cenário para a preservação dos fósseis em âmbar requer uma inundação. Nas suas próprias palavras, uma vez estando os insetos presos no âmbar:

“The pond then dries out in the summer, and a flood brings sediment to cover the forest floor, so the resin piece becomes well conserved [later turning into amber]” (o lago seca no verão e uma inundação traz sedimentos que cobrem a superfície da floresta e a resina fica bem conservada [tornando-se mais tarde em âmbar]).

A pesquisa foi publicada na PNAS.

Relativamente a isso, pense no efeito que o dilúvio global descrito na Bíblia poderia ter tido. A catástrofe diluviana teria multiplicado os efeitos da experiência desses cientistas. Por exemplo, as árvores arrancadas do solo e a baterem violentamente contra outros corpos levados pela água perderiam suas cascas e soltariam grandes quantidades de resina âmbar na água, aprisionando os animais que se encontrassem no caminho.

Quando se considera uma catástrofe dessas proporções e a quantidade de organismos fossilizados em âmbar por todo o mundo, torna-se óbvio que seria necessária uma inundação global – como aquela descrita na Bíblia – para termos à nossa disposição essa enorme quantidade de seres vivos presos em âmbar. Não admira que até seja possível encontrar gotas de água e bolhas de ar em âmbar.

A ciência devidamente estabelecida sempre estará de acordo com aquilo que a Bíblia diz e mostra. Para além de explicar os fósseis de âmbar, o Dilúvio bíblico também explica o restante dos fósseis extraordinariamente preservados.

Nota do blog A Lógica do Sabino: Todos os insetos fossilizados em âmbar são iguais às formas de vida que estão hoje conosco. Não mostram evolução e surgem abruptamente no registo fóssil. Interessante de um ponto de vista criacionista, não? (Ver exemplo: "A pequena formiga que resistiu a 15 milhões de anos de Evolução")

Referências:

1. Micróbios esses que são indistinguíveis dos que se encontram no interior das térmites que vivem hoje. Por que será que não houve evolução nos alegados milhões de anos decorridos?

2. Fósseis de idade correspondem a formas de vida que sobreviveram durante intervalos de tempo curtos e viveram dispersas por muitas zonas da Terra e, como tal, são usados pelos geólogos para datarem as rochas onde se encontram. É fácil perceber as falácias desse tipo de datação e por que motivo nunca se encontram, por exemplo, trilobitas em camadas “mais novas”.

Para ler essa e outras matérias clique na figura abaixo:

segunda-feira, 22 de junho de 2009


Os orangotangos, não os chimpanzés, como se pensava, são os ancestrais mais próximos do homem, segundo um estudo realizado por antropologos americanos, publicado ontem [18/6] na revista Journal of Biogeography. Os cientistas afirmaram que, segundo as análises de DNA e de fósseis, a ideia de que os chimpanzés seriam os primatas mais próximos do homem é “problemática” [mas antes era tão certa...]. Jeffrey Schwartz, professor de antropologia da Universidade de Pittsburgh, e John Grehan, presidente da Academia de Artes e Ciências, analisaram centenas de características físicas de chimpanzés, gorilas e orangotangos. Depois de analisar 63 exemplares, determinaram que os seres humanos compartilhavam 28 características com os orangotangos, mas somente duas com os chimpanzés e sete com os gorilas.

(Zero Hora)

Nota: Qual será o próximo candidato a parente do ser humano, o mico-leão dourado? Assim como ocorreu com a "história evolutiva das aves" que, pelo jeito, precisa ser reescrita, a evolução do homem vive sendo revista. Só que antes da revisão, o que se tinha eram "certezas"...[MB]

Colaboração: Cássio Medeiros

Extraído de www.criacionismo.com.br