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domingo, 16 de maio de 2010


Imagem divulgada pela Nasa (agência espacial americana) nesta quinta-feira (13) mostra uma grande coleção de galáxias maduras formadas pouco depois do Big Bang. As galáxias (pontos vermelhos no centro da imagem) teriam sido formadas há 9,6 bilhões de anos, apenas 3 bilhões de anos após o Big Bang, evento que teria dado origem ao universo. A imagem é composta por observações dos telescópios Spitzer, da Nasa, que detecta radiação infravermelha, e Subaru, do Japão, que detecta radiação visível. A descoberta é surpreendente, pois astrônomos não esperavam encontrar grupos de galáxias tão desenvolvidos tão cedo após o Big Bang. Outras galáxias do mesmo período tendem a ser muito menores. Na imagem, a luz infravermelha do Spitzer é mostrada em vermelho para melhor visualização, e as observações do Subaru são exibidas em vermelho e azul. A camada púrpura é uma medida de densidade galáctica média e destaca a grande concentração de galáxias nessa região do espaço.

NOTA DO AUTOR DO BLOG

É mais ou menos como se você pudesse olhar para Adão cinco minutos após a criação dele. Que idade você atribuiria ao recém-criado humano? Como conceber um universo tão finamente ajustado e complexo logo de início? Será que a história da "evolução cósmica" terá que ser reescrita? Por que a mídia não comenta as implicações dessa descoberta?[MB]


terça-feira, 30 de março de 2010

Assim se formou o Universo?





"Por Robert Evans GENEBRA (Reuters) - Cientistas do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern) provocaram colisões entre partículas subatômicas batendo outro recorde de energia nesta terça-feira, recriando as condições existentes logo depois que o Big Bang deu origem ao universo há 13,7 bilhões de anos.

A experiência no Cern arrancou aplausos dos 80 cientistas presentes na sala de acompanhamento no complexo do centro de pesquisa, na fronteira entre a França e a Suíça.

"Isso acaba de mostrar o que podemos fazer ao pressionar o conhecimento avante sobre onde viemos e como o universo inicial se desenvolveu", afirmou o diretor-geral do Cern, Rolf Heuer.

As colisões --o ponto alto até agora do experimento de 10 bilhões de francos suíços (9,4 bilhões de dólares) que prosseguirá durante anos-- marcaram um avanço significativo para os físicos e poderiam ser vistos como um passo gigante para a humanidade, afirmou ele, falando em uma videoconferência a partir de Tóquio, no Japão.

O Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) do Cern, o maior equipamento do tipo do mundo, lançou feixes de partículas numa energia de colisão recorde de 7 TeV (tera ou trilhões de elétron-volts) --três vezes e meia mais rápido do que anteriormente obtido num acelerador de partículas.

PASSO PARA O DESCONHECIDO

Os dados provenientes das colisões ao longo dos próximos anos serão analisados por milhares de cientistas por todo o mundo ligados por uma rede de computador conhecida por Grid (grade) para se ter insights sobre a natureza da matéria e as origens das estrelas e dos planetas.

"Este é um grande feito. Estamos indo aonde ninguém jamais esteve antes. Abrimos um novo território para a física", disse à Reuters Oliver Buchmueller, um dos principais nomes do projeto.

"Há incógnitas conhecidas, como a matéria escura e novas dimensões sobre as quais esperamos aprender. Mas é possível nos depararmos com incógnitas desconhecidas que poderiam ter uma importância enorme para a humanidade. Com o LHC, temos a ferramenta de que precisamos."

As colisões ocorreram uma nanofração de segundo a menos que a velocidade da luz no túnel de 27 quilômetros do LHC, que fica cerca de cem metros abaixo da superfície.

Os cientistas do Cern esperam que o projeto desvende alguns dos mistérios do cosmos --como a matéria foi convertida em massa depois da bola de fogo do Big Bang e o que é a matéria escura, ou invisível, que forma cerca de 25 por cento do universo.

"Ao longo de 2010 e de 2011 compilaremos os dados e esperamos fazer grandes descobertas", afirmou Buchmueller à Reuters. "Acreditamos que, até o fim de 2010, encontraremos evidência da matéria escura e a confirmação de que ela está lá e o que ela é."

Buchmueller disse acreditar que a experiência encontre a partícula hipotética conhecida como bóson de Higgs apenas depois de 2013, quando a energia das colisões do equipamento deverá chegar a 14 TeV.

Após um funcionamento-teste sem problemas durante a noite, os físicos notaram um pequeno defeito. Por isso, suspenderam por algumas horas as colisões de partículas com menor energia, que é o foco desta que é a maior experiência científica da
história.

Os problemas surgiram ao amanhecer, na hora em que feixes de partículas eram injetados na máquina, mas funcionários do Cern rapidamente negaram que o defeito fosse uma repetição do grave incidente de setembro de 2008, que destruiu parte da máquina e adiou para agora o lançamento completo do projeto."

Extraído de:http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/03/30/cientistas+criam+mini+big+bangs+para+entender+origem+do+universo+9444197.html

NOTA:
Já que o ser humano foi capaz de simular a origem do universo, brevemente nos próximos bilhões de anos devemos ter um novo universo, visto que este surgiu deste jeito.[risos]
Tanto gasto desnecessário somente para não admitirem que Deus criou o universo somente pela palavra. Estes que dizem cientistas formularam o início do universo como assim acreditam. Fizeram partículas atômicas se chocarem, mas não têm raciocínio para admitirem que houve Alguém que criou o universo, e continua criando mais e mais galáxias e mais e mais vidas em outros planetas ou lugares para habitação de seres pensantes.