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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Você sabe como utilizar o Nero Vision?




Se não sabe, eis algumas dicas interessantes:
Com o Nero Vision você pode criar um filme a partir de arquivos de vídeos que você mesmo tenha em seu computador.
Você pode fazer mais de um filme para um disco DVD ou ainda cada arquivo de vídeo que você tenha no seu PC pode ser uma apresentação de vídeo configurado para DVD.
Você pode também criar um filme como vídeo cd ou super vídeo cd, podendo ser apresentado em aparelhos compatíveis com esse tipo de formato.
Se você quer criar um filme como apresentação de slides, basta colocar as fotos que você tenha no computador. Você ainda pode colocar alguma música para que a apresentação não fique monótona. Também pode colocar efeitos de transição de uma apresentação para visualização na TV de sua casa. Isso também serve para os vídeos que você transferiu de sua máquina digital para o computador.
Agora vamos a algumas dicas passo a passo sobre como proceder a criação de um DVD ou cd de vídeo:
Se você tem a suíte completa do Nero, abra em Nero Vision.
Se o seu caso é realmente já criar um DVD ou cd de vídeo, já aparecerá as opções de criação de DVD ou cd de vídeo na tela do seu computador. Se não for esse o caso, existe a opção de criação filme, onde você cria o filme e depois pode transformá-lo em DVD ou vcd ou ainda supervcd (isto fica ao seu critério).
Vamos ao passo de criação de filme DVD com transição:
Arraste o cursor do mouse até onde está escrito criar DVD.
Feito isso, clique em DVD vídeo. Vai aparecer uma tela, e no canto superior direito a seguinte pergunta: o que você gostaria de fazer. Ali tem as opções as quais você gostaria de utilizar.
Clique em criar filme. Aparecerá uma tela com duas janelas.
Na janela à esquerda está o que será exibido com a criação do filme pretendido por você.
Na janela à direita aparece as opções de transição bem como a busca dos arquivos de vídeo para serem inseridos no filme.
Ainda na janela direita, existem quatro abas com as quais pode ser trabalhado o processo de transição e demais ajustes do filme pretendido.
Para inserir os vídeos que você tem no seu computador e assim transformá-los em um DVD vídeo, clique na primeira aba da esquerda para direita na janela direita do seu monitor.
Feito isso, você verá quatro opções de busca de arquivos para serem inseridos no seu filme. Sugiro que clique primeiro no primeiro ícone que fará uma busca nas pastas contidas no seu PC. Imagino que seus vídeos estão na pasta MEUS VÍDEOS, certo? Clique então no ícone e você verá a palavra procurar. Clique nela. Aparecerão as opções de pastas contidas no Windows. Busque a pasta na qual estão contidas os seus vídeos, selecione-os e clique em abrir. Pronto! Já temos os vídeos para formação de um DVD vídeo. Agora clique sobre os vídeos transferidos e arraste-os para a linha do filme e transição que fica abaixo das duas janelas na tela do seu monitor. Ali aparecerão todos os vídeos transferidos com os intervalos de transição de um vídeo para outro.
Na janela direita, na aba extrema direita, existem todas as transições possíveis de serem inseridas no filme criado por você. Basta agora você arrastar e soltar a transição desejada para o intervalo entre um vídeo e outro. Você também pode deixar sem aplicar transição o filme que você pretende criar.
Depois de passar todas as transições para os espaços reservados para isso (entre um vídeo e outro ou entre uma foto e outra), clique em avançar. Aparecerá uma tela exibindo a sua criação, mas sem título e declarando o tempo de vídeo que será exibido. Clique sobre a palavra título e dê um nome que você almeja para o seu filme. Uma linha abaixo é dito sobre a qualidade do filme pretendido bem como o tamanho do mesmo.
No lado direito você verá aquelas opções ditas anteriormente. Clique em criar capítulos. Aparecerá uma janela com a apresentação de uma tela para configuração dos capítulos pretendidos. Abaixo da tela tem um ícone verde que serve para reproduzir o vídeo total enquanto você vai criando os capítulos. Clique nele. O vídeo pretendido começará a ser reproduzido. Um pouco ao lado existe um ícone com o qual você insere um capítulo a mais à medida que o vídeo está sendo reproduzido. Você também pode adiantar o vídeo em reprodução para ganhar tempo no projeto e clicar no ícone quando você achar conveniente inserir um novo capítulo.
Agora clique em avançar e novamente em avançar.
Serão visualizadas telas exibindo os padrões de menus do próprio Nero. Mas você também pode personalizar tanto as telas como a forma de exibição do menu em 2D ou 3D. Também pode colocar algum som contido no computador para quando o menu for exibido. Na forma 2D você pode personalizar o menu como quiser, mas em 3D apenas ao que o NERO determinar. De qualquer forma você pode fazer muitas modificações com a exibição do menu.
Feito a personalização clique em avançar e novamente clique em avançar.
Agora é só gravar.
Sugiro que você grave no disco rígido para um eventual erro no disco DVD não estragar todo o seu projeto.
Você pode deixar gravando e configurar o programa para desligar o computador quando acabar todo o processo.

Qualquer dúvida extra, você pode escrever para etevaldo.jap@ig.com.br, que terei o maior prazer em ajudar com dicas das quais tenho conhecimento.

Quer ter mais de um filme em DVD num único disco?




Então siga os seguintes passos:


Primeiro você deve possuir um conversor de vídeo bom. Sugiro o Format Factury (um programa gratuito que você pode achar em sites de downloads). Este vai extrair o filme direto do disco DVD para o seu computador (as legendas poderão permanecer ou ser retiradas, dependendo do seu critério). O áudio poderá ser convertido ao seu gosto (permanecendo padrão ou então você configura para ficar apenas em português). O programa te dá estas possibilidades.
Extraia o filme para arquivo de vídeo, para então você poder montar o seu filme.
Para haver mais espaço, não adicione os extras dos filmes. Use apenas o principal.
Feito a extração, a qual deve durar algumas horas de apenas um único filme, passemos para os próximos passos. O filme DVD ficará no formato AVI, ou seja, arquivo de vídeo compatível com o Windows Média Player.
Utilize o Nero Vision (é melhor que tenhas a suíte completa do programa: Nero 8).
Siga os seguintes passos para a criação dos filmes:
Com o Nero Vision você pode criar um filme a partir de arquivos de vídeos que você mesmo tenha em seu computador.
Você pode fazer mais de um filme para um disco DVD ou ainda cada arquivo de vídeo que você tenha no seu PC pode ser uma apresentação de vídeo configurado para DVD.
Você pode também criar um filme como vídeo cd ou super vídeo cd, podendo ser apresentado em aparelhos compatíveis com esse tipo de formato.
Se você quer criar um filme como apresentação de slides, basta colocar as fotos que você tenha no computador. Você ainda pode colocar alguma música para que a apresentação não fique monótona. Também pode colocar efeitos de transição de uma apresentação para visualização na TV de sua casa. Isso também serve para os vídeos que você transferiu de sua máquina digital para o computador, ou outros arquivos de vídeo como os mencionados acima (os que foram extraídos de filmes no formato DVD)
Agora vamos a algumas dicas passo a passo sobre como proceder a criação de um DVD ou cd de vídeo:
Se você tem a suíte completa do Nero, abra em Nero Vision.
Se o seu caso é realmente já criar um DVD ou cd de vídeo, já aparecerá as opções de criação de DVD ou cd de vídeo na tela do seu computador. Se não for esse o caso, existe a opção de criação filme, onde você cria o filme e depois pode transformá-lo em DVD ou vcd ou ainda supervcd (isto fica ao seu critério).
Vamos ao passo de criação de filmes para um único disco DVD.
Arraste o cursor do mouse até onde está escrito criar DVD.
Feito isso, clique em DVD vídeo. Vai aparecer uma tela, e no canto superior direito a seguinte pergunta: o que você gostaria de fazer. Ali tem as opções as quais você gostaria de utilizar.
Clique em criar filme. Aparecerá uma tela com duas janelas.
Na janela à esquerda está o que será exibido com a criação do filme pretendido por você.
Na janela à direita aparece as opções de transição bem como a busca dos arquivos de vídeo para serem inseridos no filme. Insira apenas um arquivo de vídeo (cada arquivo de vídeo é um filme que agora está nesse novo formato).
Para inserir os vídeos que você tem no seu computador e assim transformá-los em um DVD vídeo, clique na primeira aba da esquerda para direita na janela direita do seu monitor. Esses vídeos são aqueles os quais você transferiu de sua filmadora ou de sua máquina fotográfica digital. Também pode ser aquilo de que estamos tratando agora: os filmes transformados do formato DVD para AVI.
Feito isso, você verá quatro opções de busca de arquivos para serem inseridos no seu filme. Sugiro que clique primeiro no primeiro ícone que fará uma busca nas pastas contidas no seu PC. Imagino que seus vídeos estão na pasta MEUS VÍDEOS, certo? Ou ainda na pasta do programa Format Factory Clique então no ícone e você verá a palavra procurar. Clique nela. Aparecerão as opções de pastas contidas no Windows. Busque a pasta na qual estão contidas os seus vídeos, selecione-os e clique em abrir. Pronto! Já temos os vídeos para formação de um DVD vídeo. Agora clique sobre os vídeos transferidos e arraste-os para a linha do filme e transição que fica abaixo das duas janelas na tela do seu monitor. Ali aparecerão todos os vídeos transferidos com os intervalos de transição de um vídeo para outro.
Como o caso agora é apenas fazer quatro filmes DVDs num único disco DVD, transfira apenas um arquivo dos vídeos que eram filmes para a linha de tempo mencionada, para poder montar apenas um filme (depois montamos os demais).
Clique em avançar. Aparecerá uma tela exibindo a sua criação, mas sem título e declarando o tempo de vídeo que será exibido. Clique sobre a palavra título e dê um nome que você almeja para o seu filme. Uma linha abaixo é dito sobre a qualidade do filme pretendido bem como o tamanho do mesmo.
No lado direito você verá aquelas opções ditas anteriormente. Clique em criar capítulos. Aparecerá uma janela com a apresentação de uma tela para configuração dos capítulos pretendidos. Abaixo da tela tem um ícone verde que serve para reproduzir o vídeo total enquanto você vai criando os capítulos. Clique nele. O vídeo pretendido começará a ser reproduzido. Um pouco ao lado existe um ícone com o qual você insere um capítulo a mais à medida que o vídeo está sendo reproduzido. Você também pode adiantar o vídeo em reprodução para ganhar tempo no projeto e clicar no ícone quando você achar conveniente inserir um novo capítulo.
Agora clique em avançar.
Clique em criar filme e repita todas as operações feitas anteriormente. Agora você tem dois filmes para serem reproduzidos para serem gravados e depois reproduzidos no seu aparelho DVD. Se quiser mais outros filmes, basta clicar em criar filme e repetir todos os passos anteriormente.
Clique em avançar.
Serão visualizadas telas exibindo os padrões de menus do próprio Nero. Mas você também pode personalizar tanto as telas como a forma de exibição do menu em 2D ou 3D. Também pode colocar algum som contido no computador para quando o menu for exibido. Na forma 2D você pode personalizar o menu como quiser, mas em 3D apenas ao que o NERO determinar. De qualquer forma você pode fazer muitas modificações com a exibição do menu.
Feito a personalização clique em avançar e novamente clique em avançar.
Agora é só gravar.
Sugiro que você grave no disco rígido para um eventual erro no disco DVD não estragar todo o seu projeto.
Você pode deixar gravando e configurar o programa para desligar o computador quando acabar todo o processo.
Se o filme ficar maior do que o tamanho normal de um disco DVD: 4,7 gigabytes, reconfigure o filme com o Nero Recode. Este fará o filme ficar menor para caber no disco DVD. Se ainda não ficar, reconfigure novamente, ou determine o tamanho: basta usar no Nero Recode “recodificar um DVD inteiro para outro DVD”.

Qualquer dúvida extra, você pode escrever para etevaldo.jap@ig.com.br, que terei o maior prazer em ajudar com dicas das quais tenho conhecimento.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Yehôshua – yeshua – ou Jesus

Pr. Ivanaudo B. Oliveira
Dizem que todos têm um pouco de teólogo e um pouco de doido. Mas atualmente o número de doidos com pretensões de teólogos têm superado as expectativas em muito. Há artigos, livros e defensores da esdrúxula idéia de que usa o nome de Jesus é idolatria, é aberração e paganismo. Dizem que usar o nome de Jesus é blasfêmia e difamação do verdadeiro que é YEHOSHUA. Veja alguns exemplos mais comuns:
Argumentos contra o nome de Jesus.
Dizem que o nome de Jesus não era usado pelos cristãos. E somente apareceu na Vulgata para agradar aos pagãos, quando Jerônimo traduziu a Bíblia do grego para o latim. Portanto dizem:
a) O nome de Jesus pode ser derivado de duas palavras que são divindades pagãs: IO= A amada de Zeus. Juntando as duas palavras temos IESOUS.
b) Dizem também que o nome de Jesus era Zesvs que era derivado do deus Zeus ou Júpiter.
c) Também dizem que o nome Jesus é derivado de J que é a primeira letra de Júpiter + o deus pagão Esus.
d) Ainda acrescentam uma vesga teologia que o nome Jesus é derivado de duas palavras hebraicas Ye que significa Deus + Sus que significa cavalo. Sendo assim o significado de Jesus é: Deus é cavalo.
Uma análise teológica, histórica e lingüística destas quatro afirmações, mostra que elas não têm um mínimo fundamento. Ver artigo do Dr. Reinaldo Siqueira – Era o Seu nome Yehoshua, e também o artigo do professor Milton Torres: O Nome de Jesus e a Calúnia da Onolatria: Breve análise da Evidência Epigráfica, Literária e Arqueológica.
Explicações:
Em primeiro lugar o desconhecimento histórico, lingüístico e teológico é absurdo. Não foi Jerônimo quem inventou o nome Jesus e o colocou na Vulgata. Esse nome já existia há mais de 600 anos quando Jerônimo fez sua tradução. Quando os judeus traduziram a Bíblia (Antigo Testamento) do hebraico para o grego, a chamada Septuaginta, no terceiro século antes de Cristo, o nome Yeshua já era conhecido. Os historiadores mencionam que três dentre os setenta judeus que traduziram a Septuaginta, chamavam-se Yeshua. O historiador Flávio Josefo menciona cerca de vinte pessoas em seus dias que se chamavam Yeshua, sendo que dez dessas viveram no tempo de Jesus. Ver o Dicionário de Oxford, uma obra publicada em inglês acerca dos principais documentos da igreja cristã, a Epístola de Aristeas foi escrita originalmente em grego, provavelmente entre 200 a.C e a.D. Em segundo lugar, o nome Iesous, (Grego) é simplesmente uma transliteração de Yeshua (Hebraico).
Em terceiro lugar, dizer que o nome de Jesus é derivado da primeira letra J do deus Júpiter + Esus é uma montagem grosseira e sem fundamento lingüístico.
Finalmente afirmar que o nome Jesus significa deus cavalo, não pode ser provado historicamente, nem lingüisticamente e nem teologicamente. A prova da ignorância é que a palavra SHUA – salvação – vem do som da letra SHIN, enquanto que a palavra SUS – cavalo – vem do som da letra hebraica SAMEQUE. Tudo é uma armação infantil e ignorante com ares de academicismo. Como diz Milton Torres é como dizer que a palavra vendedor significa alguém que vende dor.
A forma longa do nome hebraico YEHOSHUA – Josué – significa Deus é salvação. A forma reduzida YESHUA – Jesus – significa simplesmente salvação.
Quando os judeus retornaram do exílio babilônico, há mostras que já estavam usando a forma curta YESHUA em vez de usarem a forma longa YEHOSHUA. Em Neemias 8:17, o nome Josué (YEHOSHUA) aparece com a forma curta Yeshua. Estevão e Paulo usaram Yeshua para Josué em Atos 7:45 e Hebreus 4:8. A forma curta é também encontrada em muitos ossuários judeus no primeiro século ao redor de Jerusalém. Usar a forma mais curta de um nome ao invés da forma mais longa é um fator normal em todas as línguas. Dr. Reinaldo afirma que a forma curta do nome Manuel é mais usada em português do que a forma longa Emanuel, que Betty é mais usada nos Estados Unidos que a forma longa Elizabeth, e assim acontece com outros nomes. O nome Yeshua usado na forma curta está registrados em muitos textos do Novo Testamento. Veja alguns exemplos: Lucas 1:31; Lucas 1:68, 69, 76 e 77. Lucas 2:29 a 32 e Mateus 1:21. Os apóstolos batizavam no nome de Jesus (Yeshua, hebraico – Iesous, grego). Paulo diz que foi Jesus (Yeshua, hebraico – Iesous, grego) que apareceu a ele no caminho de Damasco (Atos 9:5; 22:8; 26:15). Os anjos disseram que este mesmo Jesus (Yeshua, hebraico – Iesous, grego) que está subindo vai voltar (Atos 1:11). E finalmente Paulo diz que diante de Jesus (Yeshua, hebraico – Iesous, grego)todos vão se dobrar (Filipenses 2:10)
Afirmar que usar o nome de Jesus é idolatria e que o certo é usar Yehoshua, é mostrar muita ignorância quanto a transliteração e o uso dos nomes nas vária línguas onde eles são falados. Exemplos:
1. O nome João usado no Brasil é Yohanes em grego, Jean em francês, Juan em espanhol, e assim por diante.
2. O nome moshê em hebraico é Mwysés em grego, Moisés em português Moisan na România, Mojzes na Croácia e assim por diante.
3. Na nova Guiné no Mateus é Mataio, em inglês é Mathews e em grego Mataion; na Etiópia Mathweos e assim vai.
4. Em latim, inglês, alemão e português é Jesus, em grego é Iesous e em hebraico é Yeshua; em italiano é Gésu.
Se você está no Brasil, vai chamar João de João e não de Yohanes ou de Jean. Portanto se vocês está aqui no Brasil por que tem que usar Yehoshua em lugar de Josué? Se em grego o nome é Iesous, por que devo usar aqui no Brasil se aqui o nome é Jesus? Se você estiver adorando em meio aos gregos, fale Iesous, se você estiver adorando entre os italianos, fale Gésu, e se está com hebreus então use a palavra Yeshoshua ou Yeshua. Mas se você está no Brasil, use a palavra certa – Jesus e ponto final.

NOTA: Eu tive o desprazer de me deparar com alguém quando esperava uma carona a fim regressar ao meu lar na cidade sede do meu município. A pessoa passou num carro, não me deu carona embora se direcionasse ao lugar onde resido, mas me deu um folheto explicativo do nome YEHOSHUA. Creio que mais importante que a pronuncia do nome do Salvador do mundo, seja o amor que devemos ter pelas pessoas, pois foi por causa delas que o amado Mestre morreu tornando garantida a salvação de todo aquele que crê.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Os Elos Perdidos


Para Darwin, deveria haver “incontáveis” elos perdidos ou fósseis de organismos de transição. No entanto, o que se percebe é justamente o oposto: a quase inexistência de tais fósseis. E os que são apontados como tais são altamente duvidosos, constituindo evidência frágil e trazendo grande confusão, e em certos casos evidências de fraude.

Vejamos o caso do réptil/ave.

O Archaeoptrex é considerado o fóssil mais valioso do mundo. Está em todos os livros de ciências e biologia. Foram encontrados oito exemplares – os dois últimos em 1970 e 1987 – que aparentemente não possuem penas são similares às das aves modernas trazendo suspeita de que seu descobridor, Karl Haberlein, teria ajudado a evolução e feito impressões.

Hoje o Archaeoptrex é considerado uma ave, não um elo de ligação réptil/ave.

(Essa e outras publicações você encontra adquirindo o livro de Michelson Borges “Por Que Creio”, no qual ele faz entrevistas a doze pesquisadores os quais revelam opiniões referentes aos achados científicos e a posição criacionista).

Acesse www.cpb.com.br e adquira o seu.

domingo, 24 de agosto de 2008

Definição de quem adoramos

Certamente que o aspecto mais importante no que se refere ao comportamento das pessoas tem a ver a quem dedicamos nossa adoração.
Analisando o livro de Daniel capítulo 5, podemos ver o que estava em jogo: a tomada dos utensílios da casa de Deus para utilização ilícita ou errada, a saber: usar para bebedeiras, bem como bendizer a deuses que não eram deuses (Deus só existe um).
No futuro, não muito distante, estaremos envolvidos com tal tipo de situação: a quem adorar ou a qual ordem acatar: se a dos homens ou a de Deus. Esse caminho já está sendo traçado e aguarda apenas a manifestação total do poder que se opõe a Deus, o Qual é Deus bendito, eterno e criador de tudo o que existe.
Uma outra análise pode ser feita a respeito desse capítulo.
Se os utensílios eram da casa de Deus, isso quer dizer que não devemos misturar o santo com o profano. O que pertence à casa de Deus não deve ser posto para atuação em local que Deus não compartilhe. Portanto, usar bancos ou qualquer ornamento da casa de Deus para festidade pagã, está fora da vontade divina. Quem assim determina (colocar utensílios da casa de Deus a favor de festidades idólatras) está afrontando a Deus sendo culpado de grave transgressão.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Dois Heróis da Idade Média - Parte III

A cidade de Praga encheu-se de tumulto. Uma classe numerosa denunciou Huss como a causa de todas as suas calamidades, e rogaram fosse ele entregue à vingança de Roma. Para acalmara a tempestade, o reformador retirou-se por algum tempo à sua aldeia natal. Escrevendo aos amigos que deixara em Praga, disse: “Se me retirei do meio de vós, foi para seguir o preceito e exemplo de Jesus Cristo, a fim de não dar lugar aos mal intencionados para atraírem sobre si a condenação eterna, e a fim de não ser para os piedosos causa de aflição e perseguição. Retirei-me também pelo receio de que os sacerdotes ímpios pudessem continuar por mais tempo a proibir a pregação da Palavra de Deus entre vós; mas não vos deixei para negar a verdade divina, pela qual, com o auxílio de Deus, estou disposto a morrer.” – Os Reformadores Antes da Reforma, de Bonnechose. Huss não cessou seus labores, mas viajou pelo território circunjacente, pregando a ávidas multidões. Destarte, as medidas a que o papa recorrera a fim de suprimir o Evangelho, estavam fazendo com que este largamente se estendesse. “Nada podemos contra a verdade, senão pela verdade.” II Coríntios 13:08.

O espírito de Huss nessa fase de sua carreira, parece ter certo cenário de doloroso conflito. Embora a igreja estivesse procurando fulminá-lo com seus raios, não havia ele renegado a autoridade dela. A igreja de Roma era ainda para ele a esposa de Cristo, e o papa o representante e vigário de Deus. O que Huss estava a guerrear era o abuso de autoridade, não o princípio em si mesmo. Isto acarretou terrível conflito entre as convicções de seu entendimento e os ditames de sua consciência. Se a autoridade era justa e infalível, como cria que fosse, como poderia achar-se obrigado a desobedecer-lhe? Obedece,r compreendia-o ele, significava pecar; mas, por que a obediência a uma igreja infalível levaria a tal situação? Era este o problema que não podia resolver; esta, a dúvida que o torturava sempre e sempre. A solução que mais justa se lhe afigurava, era que havia acontecido novamente, como já antes, nos dias do Salvador, que os sacerdotes da igreja se tinham tornado pessoas ímpias e estavam usando a autoridade lícita para fins ilícitos. Isto o levou a adotar para a sua própria orientação e para guia a quem pregava, a máxima de que os preceitos das Escrituras, comunicados por meio do entendimento devem reger a consciência; em outras palavras, de que Deus, falando na Bíblia, e não a igreja falando pelo sacerdócio, é o único guia infalível.” – Wylie.

Quando, depois de algum tempo, serenou a excitação em Praga, Huss voltou para a sua capela de Belém, a fim de continuar com maior zelo e ânimo a pregação da Palavra de Deus. Seus inimigos eram ativos e poderosos, mas a rainha e muito dos nobres eram seus amigos, e o povo em grande parte o apoiava. Comparando seus ensinos puros e elevados e sua vida santa com os dogmas degradantes dos romanistas e a avareza e devassidão que praticavam, muitos consideravam uma honra estar ao seu lado.

Até aqui Huss estivera só em seus trabalhos; agora, porém, se uniu na obra da reforma Jerônimo que, durante sua estada na Inglaterra, aceitara os ensinos de Wiclef. Daí em diante os dois estiveram ligados durante toda a vida, e na morte não deveriam ser separados. Gênio brilhante, eloqüência e saber – dotes que conquistaram o favor popular – possuía-os Jerônimo em alto grau; mas quanto às qualidades que constituem a verdadeira força de caráter, Huss era maior. Seu discernimento calmo servia de restrição ao espírito impulsivo de Jerônimo, que, com verdadeira humildade, se apercebia de seu valor e cedia aos seus conselhos. Sob o trabalho de ambos a Reforma estendeu-se mais rapidamente.

Deus permitiu que grande luz resplandecesse no espírito daqueles homens escolhidos, revelando-lhes muitos erros de Roma; mas eles não receberam toda a luz que devia ser dada ao mundo. Por meio destes Seus servos, Deus estava guiando o povo para fora das trevas do romanismo; havia, porém muitos e grandes obstáculos a serem por eles enfrentados, e Ele os guiou passo a passo, conforme o podiam suportar. Não estavam preparados para receber toda a luz de uma vez. Como o completo fulgor do sol ao meio dia para os que durante muito tempo permaneceram em trevas, fosse ela apresentada, tê-los-ia feito desviarem-se. Portanto Ele revelou aos dirigentes pouco a pouco, à medida que podia ser recebida pelo povo. De século em século, outros fiéis obreiros deveriam seguir-se para guiar o povo cada vez mais longe no caminho da Reforma.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Dois Heróis da Idade Média - Parte II

Um cidadão de Praga, Jerônimo, que depois se tornou intimamente ligado a Huss, trouxera consigo, ao voltar da Inglaterra, os escritos de Wiclef. A rainha da Inglaterra, que se convertera aos ensinos de Wiclef, era uma princesa boêmia, e por sua influência as obras do reformador foram também amplamente divulgadas em seu país natal. Estas obras lera-as Huss com interesse; cria que seu autor era cristão sincero e inclinava-se a considerar favoravelmente as reformas que advogava. Huss, conquanto não soubesse, entrara já em caminho que o levaria longe de Roma.

Por esse tempo chegaram a Praga dois estrangeiros da Inglaterra, homens de saber, que tinham recebido a luz, e haviam chegado para espalhá-la naquela terra distante. Começando com um ataque aberto à supremacia do papa, foram logo pelas autoridades levados a silenciar; mas, não estando dispostos a abandonar o seu propósito, recorreram a outras medidas. Sendo artistas, bem como pregadores, prosseguiram pondo em prática a sua habilidade. Em local franqueado ao público pintaram dois quadros. Um representava a entrada de Cristo em Jerusalém, “manso, e assentado sobre uma jumenta” (Mateus 21:5), e seguidos de Seus discípulos, descalços e com trajes gastos pelas viagens. O outro estampava uma procissão pontifical: o papa adornado com ricas vestes e tríplice coroa, montando cavalo, magnificamente adornado, precedido de trombeteiros, e seguido de cardeais e prelados em deslumbrante pompa.

Ali estava um sermão que prendeu a atenção de todas as classes. Multidões vieram contemplar os desenhos. Ninguém deixara de compreender a moral, e muitos ficaram profundamente impressionados pelo contraste entre a mansidão e a humildade de Cristo, o Mestre, e o orgulho e a arrogância do papa, seu servo professo. Houve grande comoção em Praga, e os estrangeiros, depois de algum tempo, acharam necessário partir, para sua própria segurança. Mas a lição que haviam ensinado não ficou esquecida. Os quadros causaram profunda impressão no espírito de Huss, levando-o a um estudo mais acurado da Bíblia e dos escritos de Wiclef. Embora ainda não estivesse preparado para aceitar todas as reformas defendidas por Wiclef, via mais claramente o verdadeiro caráter do papado, e com maior zelo denunciava o orgulho, a ambição e corrupção da hierarquia.

Da Boêmia a luz estendeu-se à Alemanha, pois perturbações havidas na universidade de Praga determinaram a retirada de centenas de estudantes alemães. Muitos deles tinham recebido de Huss seu primeiro conhecimento da Escritura Sagrada e, ao voltarem, espalharam e o Evangelho em sua pátria.

Notícias da obra em Praga foram levadas a Roma, e Huss foi logo chamado a comparecer perante o papa. Obedecer seria expor-se à morte certa. O rei e a rainha da Boêmia, a universidade, membros da nobreza e oficiais do governo, uniram-se a num apelo ao pontífice para que fosse permitido a Huss permanecer em Praga e responder a Roma por meio de delegação. Em vez de atender a este pedido, o papa procedeu ao processo de condenação de Huss, declarando então achar-se interditada a cidade de Praga.

Naquela época, esta sentença, quando quer que fosse pronunciada, despertava geral alarma. As cerimônias que a acompanhavam, eram de molde a encher de terror ao povo que considerava o papa como representante do próprio Deus, tendo as chaves do Céu e do inferno, e possuindo poder para invocar juízos temporários bem como espirituais. Acreditava-se que as portas do Céu se fechavam contra a região atingida pelo interdito; que, até que o papa fosse servido remover a excomunhão, os mortos eram excluídos das moradas da bem-aventurança. Como sinal desta terrível calamidade suspendiam-se todos os serviços religiosos. As igrejas estavam fechadas. Celebravam-se os casamentos no pátio da igreja. Os mortos, negando-se-lhes o sepultamento em terreno consagrado, eram sem os ritos fúnebres, inumados em fossos ou no campo. Assim, por meio de medidas que apelavam para a imaginação, Roma buscava dirigir a consciência dos homens.