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quarta-feira, 10 de março de 2010

Extinsão dos dinossauros: será que foi assim?


Durante 30 anos vigorou uma teoria que defende que o impacto de um meteorito - um asteroide que se choca contra a superfície da Terra - ocorrido na região que hoje é o México, teria sido responsável pelo desaparecimento dos dinossauros, há 65 milhões de anos. Mais recentemente, um grupo de pesquisadores descobriu uma super cratera de impacto nas costas da Índia, que teria provocado um cataclismo inimaginável e que, ela sim, seria a responsável pela extinção dos dinossauros. A cratera de Chicxulub, no México, que até então detinha a fama sozinha pela extinção dos dinossauros e da maior parte da vida na Terra na ocasião, levou outro impacto de um estudo que comprovaria que a cratera teria sido criada 300 mil anos [sic] antes da extinção dos dinossauros.

Há ainda outras teorias, como a possibilidade de que a extinções dos grandes répteis pré-históricos ter sido causada por erupções vulcânicas.

Agora, um grupo de 41 cientistas de instituições de 12 países fez uma revisão de todas as pesquisas científicas feitas ao longo dos últimos 20 anos de modo a tentar determinar qual corrente de pensamento detém os melhores argumentos para explicar as causas da extinção dos dinossauros e de mais da metade de todas as outras espécies que viviam na Terra.

Um estudo de revisão não é uma pesquisa nova. Ele consiste em uma análise metódica e criteriosa dos estudos já feitos sobre o tema, de modo a avaliar o rigor e a capacidade explicativa de cada um.

O estudo, que está sendo publicado na edição desta sexta-feira da revista Science, conclui que o impacto ocorrido no México foi mesmo o responsável pela extinção em massa no fim do período Cretáceo.

Segundo os cientistas, há provas suficientes [mas, como você verá logo abaixo, mesmo assim as pesquisas continuarão] não apenas para apoiar a teoria do asteroide, mas também para descartar outras teorias vigentes sobre a extinção.

A revisão sugere que o asteroide tinha 10 km de diâmetro e atingiu a Terra a uma velocidade de cerca de 20 quilômetros por segundo. O impacto teria ocorrido na região da península de Yucatán e teria liberado um milhão de vezes mais energia do que qualquer bomba atômica já testada. Dados obtidos por meio de imagens de satélite indicam que a cratera de Chicxulub, que tem 200 quilômetros de diâmetro, seria o local exato do impacto.

Segundo os pesquisadores, o impacto liberou grandes quantidades de água, poeira, gases e partículas de carboneto e fuligem, o que teria causado um bloqueio da luz solar e o consequente esfriamento da Terra.

Ainda de acordo com os cientistas, a grande quantidade de enxofre liberada pela colisão contribuiu para a formação de chuvas ácidas na terra e nos oceanos e também teria tido um efeito na queda de temperatura.

"O impacto de Chicxulub foi uma perturbação extremamente rápida dos ecossistemas da Terra, numa escala maior do que qualquer outro impacto conhecido desde que a vida surgiu na Terra", disse Sean Gullick, um dos autores do estudo.

Além dessas consequências, os cientistas ainda fizeram simulações em laboratório e revisões de estudos anteriores para afirmar que o impacto do asteroide ainda teria causado terremotos, tsunamis e incêndios. "O impacto causou um tsunami muitas vezes maior do que a onda que se formou no Oceano Índico e atingiu a Indonésia em dezembro de 2004", afirmou o geólogo marinho Tim Bralower, da Universidade da Pensilvânia, que participou do estudo. "Essas ondas causaram uma destruição massiva no fundo do mar", afirmou.

De acordo com os cientistas, além de ter provocado a extinção dos dinossauros, a colisão causou o desaparecimento de cerca de 70% de todas as espécies que habitavam a Terra na época. O fenômeno foi tão catastrófico que a maior parte da vida extinta teria sumido em questão de dias.

O estudo sugere que um dos argumentos mais fortes que apoiam a teoria, além da escala do impacto do asteroide no solo terrestre, seria uma camada de argila encontrada em diversas amostras de solo do período Cretáceo e Paleogeno e estudada desde 1980 após ter sido descoberta pelo geofísico Luiz Alvarez. Essa camada é rica no elemento irídio, abundante em asteroides e cometas, mas dificilmente encontrado em grandes concentrações na superfície da Terra.

Além disso, a camada ainda possui uma faixa de cerca de um metro onde não há fósseis de dinossauros ou de outros animais, o que poderia indicar um desaparecimento repentino.

Segundo os cientistas, essa camada de argila é encontrada em todos os sítios com amostras da fronteira entre os períodos Cretáceo e Paleogeno no mundo, o que demonstra que o fenômeno foi "realmente global".

De acordo com o estudo, nenhuma outra teoria existente sobre o fim dos dinossauros remete à extinção em massa de espécies entre esses dois períodos de maneira tão global quanto a do impacto do asteroide ou apresenta mecanismos para explicar como houve uma mudança biótica tão abrupta. [...]

"Temos, agora, grande confiança de que o asteroide foi a causa da extinção do Cretáceo-Terciário. O impacto provocou incêndios de grande escala, terremotos com mais de 10 pontos na escala Richter e deslizamentos de dimensões continentais, que, por sua vez, causaram tsunamis", disse Joanna Morgan, do Imperial College London.

"Entretanto, o prego final no caixão dos dinossauros foi o material ejetado em alta velocidade na atmosfera. O resultado foi que o planeta ficou no escuro, levando a um inverno global e matando muitas espécies que não conseguiram se adaptar a esse ambiente infernal", disse.

"Ironicamente, enquanto esse dia marcou o fim do reinado de 160 milhões de anos dos dinossauros, acabou sendo um grande momento para os mamíferos, que até então viviam sob a sombra dos grandes répteis. A extinção foi um momento crucial na história da Terra, ultimamente abrindo caminho para que os humanos se tornassem a espécie dominante no planeta", destacou Gareth Collins, também do Imperial College London.

Segundo Schulte, apesar das provas, dificilmente a discussão sobre o desaparecimento dos animais será interrompida pelo resultado dessa revisão.

"Nós desenvolvemos um caso forte, mas as discussões vão continuar. Eu acredito que isso é basicamente ciência e nunca podemos dizer nunca," afirmou.

NOTA DO AUTOR DO BLOG: Extinção em massa; cratera localizada logo abaixo do estrato em que estão os fósseis de dinossauros que somente fossilizam se forem soterrados por lama; camada de lama encontrada no "período" (estrato) Cretáceo; extinção em massa e repentina; deslizamentos de proporções continentais; etc. Se os cientistas admitissem o modelo diluvianista e unissem todas essas evidências num único evento catástrófico hídrico, veriam que isso faz muito mais sentido que uma catástrofe causada por um único meteorito. Recomendo a leitura do livro Uma Breve História da Terra, do geólogo Dr. Nahor Neves de Souza Jr. (www.scb.org.br).[MB]

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segunda-feira, 1 de março de 2010

Terremotos


Segundo agências internacionais informaram na tarde do domingo, dia 28, o terremoto de magnitude 8,8 que atingiu o Chile na madrugada de sábado já deixou pelo menos 708 mortos. A presidente do país, Michelle Bachelet, informou ainda que esse número deve crescer, já que o trabalho de busca pelas vítimas continua. Bachelet disse que o Chile enfrenta "uma catástrofe de magnitude inimaginável, que exigirá um esforço gigantesco de recuperação". Em relação à comunidade adventista, há a informação da suspeita de um membro morto e uma senhora desaparecida. Segundo Bachelet, as vítimas foram mortas não só pelo tremor, mas pelo tsunami que se seguiu a ele. Ela disse ainda que 541 pessoas foram mortas apenas na região costeira de Maule, a mais próxima ao epicentro do terremoto e a 258 quilômetros ao sul da capital Santiago. Pelo menos 2 milhões de pessoas foram afetadas pelo abalo, segundo a presidente.

Uma onda de 2,34 metros de altura, provocada pelo terremoto, atingiu a cidade costeira de Talcahuano na manhã de sábado, informou o Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico. O tsunami atingiu o arquipélago de Juan Fernández, a mais de 670 quilômetros do continente.

Saques - O país enfrenta neste domingo uma onda de saques surgida após o terremoto. Pelo menos uma centena de pessoas invadiram um supermercado na cidade de Concepción, a segunda maior do país, e foram repelidas pela polícia. Segundo o jornal chileno La Tercera, os saqueadores saíam do local levando máquinas de lavar roupas, televisores, alimentos e tudo o mais que conseguissem carregar. "Temos que comer", disse uma mulher à televisão estatal, enquanto observava outras pessoas fugindo com caixas de leite e outras mercadorias na mão, como eletrodomésticos e televisores de plasma.

As autoridades pediram o apoio das forças armadas para controlar a situação. "Se não conseguirmos resolver neste domingo o problema da comida, teremos uma situação muito complicada", declarou Jacqueline Van Rysselberghe, prefeita de Concepción. Segundo ela, o subsecretário do Interior, Patricio Rosende, a comunicou que um avião deverá chegar a Concepción na tarde deste domingo com alimentos para entregar à população.

Novo tremor - O Chile voltou a ser sacudido neste domingo por uma réplica do terremoto de 8,8 graus. O Centro de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos registrou um abalo de magnitude 6,1 às 8h25 do horário local (o mesmo de Brasília), província de Libertador O'Higgins, a 145 quilômetros ao sul da capital Santiago. O novo tremor, ocorrido no continente, foi localizado a uma profundidade de 32 quilômetros. Ainda não há informações sobre vítimas ou danos a prédios ou casas. O terremoto de sábado deixou mais de 300 mortos e dois milhões de desabrigados.

Mais de 50 tremores secundários foram registrados após o primeiro terremoto, segundo a diretora do Escritório Nacional de Emergência (Onemi), Carmen Fernández. Um deles, ocorrido na região de Salta (norte da Argentina), matou uma criança e um senhor de 70 anos.

(Equipe ASN, Felipe Lemos com informações de agências internacionais de notícias)

Esse artigo foi extraído do site abaixo.
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NOTA: A volta de Jesus está cada mais próxima!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Têm comum


Traudl Junge, secretária de Hitler durante a 2ª Guerra, relata no livro Até o Fim (Ediouro) suas impressões a respeito do Führer enquanto conviveu com ele e seus colaboradores na “Toca do Lobo”, como era chamado o quartel-general nazista. Toda a informação que podia obter da guerra era cuidadosamente fornecida pelo próprio Hitler e seus imediatos, que faziam questão de transmitir a maior tranquilidade e segurança. Tendo vivido nesse período cercada de conforto e amenidades, Traudl conta que, ao fim da guerra, enfrentou imensa dificuldade para acreditar que Hitler, uma pessoa extremamente cortês e paternal, pudesse ter cometido tamanhas atrocidades. Passou anos do pós-guerra procurando entender como é que havia sido “tão ingênua e alienada durante o período em que esteve tão próxima do centro das decisões”, segundo o texto da contracapa do livro.

Foi com muita dificuldade que chegou à conclusão de que havia sido mesmo contaminada pelo incrível poder de sedução do grande líder. Aliás, essa foi uma de suas motivações para escrever o livro a partir de seus diários. Ela queria alertar para o fato de que o poder sedutor de líderes fanáticos jamais pode ser subestimado.

Uma de minhas filhas leu todo o livro e recitou alguns trechos em voz alta para mim. Achei o livro muito interessante. O que mais me impressionou foi este trecho, que descreve um dos momentos corriqueiros passados por Traudl com Hitler (e Eva Braun) na “Toca do Lobo”, quando o ditador confessa sua filosofia de vida e seu relacionamento para com a religião:

“[Hitler] não tinha qualquer ligação religiosa; achava que as religiões cristãs eram mecanismos hipócritas e ardilosos para apanhar incautos. Sua religião eram as leis da natureza. Conseguia subordinar seu violento dogma mais facilmente a elas do que aos ensinamentos cristãos de amor ao próximo e ao inimigo. ‘A ciência ainda não chegou a uma conclusão sobre a raiz que determina a espécie humana. Somos provavelmente o estagio mais desenvolvido de algum mamífero, que se desenvolveu do réptil a mamífero, talvez do macaco ao homem. Somos um membro da criação e filhos da natureza, e para nós valem as mesmas leis que para todos os seres vivos. Na natureza a lei da guerra vale desde o começo. Todo aquele que não consegue viver, e que é fraco, é exterminado. Só o ser humano e, principalmente, a Igreja têm por objetivo manter vivos artificialmente o fraco, o que não tem condições de viver e aquele que não tem valor” (p. 104).

Fica claro aqui que o conceito de luta das espécies e da sobrevivência do mais apto foi aquilo que lhe permitia matar sem problemas de consciência (aliás, existe consciência sob a ótica darwinista?). É o mesmo pensamento evolucionista que também leva à ação aqueles que estão por aí, não tão famosos quanto Hitler, mas, como ele, desejando ser mais fortes, subjugar ou destruir os mais fracos e levar vantagem em tudo, sem qualquer pudor ou dor de consciência. Eles estão no meio político, no transito, na vida do crime, na economia e até nas empresas. Não existe esperança para um mundo que, no fundo, está sendo dominado por esse tipo de ideia. Mais cedo ou mais tarde, se nada diferente acontecer, ele se autodestruirá!

No conceito evolucionista a ética é vencer. Roubar pode, desde que você não seja pego. Quem rouba sem ser descoberto é vitorioso. Mas se você é descoberto, foi bobo e perdeu. É a sobrevivência do mais apto, nem que seja para roubar. E matar? É lógico que isso também não é errado. Aliás, dentro do conceito evolucionista, não existem absolutos, nem certo nem errado. Existe, sim, o forte e o fraco. Quem pode mais, chora menos. Juízo, julgamento superior, como ensina a Bíblia, não existe. Então, vão prestar contas para quem? Tire a Deus da vida e tudo vira certo, desde que seja “para o meu lado”. E como o evolucionista não crê em Deus... É tudo puro incensário ao egoísmo! Vamos esperar para ver quem estava certo...

Em um curso de que participei, uma professora evolucionista chegou ao cúmulo de afirmar que o incesto só seria errado nas sociedades que assim o convencionaram, como, por exemplo, a nossa (ufa!). Mas, dentro do conceito evolucionista (amplamente aceito em nossa sociedade), a pedofilia não seria uma atitude errada, desde que seja algo bom para você, e se você não for descoberto. Como explicar para um evolucionista o erro da pedofilia? Morte, acompanhada de violência sexual (necrofilia), também pode (lembra-se do Maníaco do Parque?). É simplesmente a lei do mais forte. É assim que funciona a natureza. Era assim a mente de Hitler.

Se um rapaz evolucionista se casa com uma linda garota, mas depois se depara com uma “espécime” mais apta, ou seja, que lhe chame mais a atenção, tchau... Esse mesmo pensamento de Hitler é o que está por trás das invasões das propriedades alheias, que vemos em nosso país. Nesse caso, claro que as invasões são realizadas a despeito das leis do país, mas... (é o evolucionismo mostrando as garras).

Preciso reconhecer que Hitler e Darwin não estavam completamente errados. Existe mesmo hoje uma tremenda competição na natureza, com a sobrevivência do mais apto. Só faltou para eles a análise da hipótese de que, como diz a Bíblia, as coisas não foram sempre assim, e, segundo eu também creio, não o serão. (Se você não acredita, vamos ter que esperar para ver.) Eles não analisaram a possibilidade de que, segundo a Bíblia, Deus tenha criado um universo perfeito, e que o seu perfeito amor estaria baseado na liberdade de escolha (livre arbítrio). Eles também não sabiam que onde existe livre-arbítrio, existe a possibilidade de se divergir e de trair. De acordo com a Bíblia, Deus nunca criou autômatos, mas seres livres, pensantes.

Lá está escrito que um desses seres livres resolveu se rebelar. Deus é bom, mas não é leniente. Sendo então expulso do Centro de Comando do Universo, Lúcifer veio à Terra recém-criada e, extremamente sedutor, como seu filho Hitler e todo fanático totalitário, transmitiu sua rebelião aos primeiros seres humanos, que a aceitaram de bom grado, afastando-se do Criador.

Como aquilo que aconteceu entre Traudl e Hitler, nem imaginavam o que estava por trás daquela fala tão mansa. E quando se afastaram de Deus e se apegaram ao rebelde, desligaram-se da fonte da vida. De acordo com a Bíblia, todo o mundo natural sofre por causa disso. As pessoas morrem, as coisas envelhecem, apodrecem, se estragam, as flores murcham, etc. É por isso que existem “Hitlers” e guerras até hoje.

Deus poderia ter destruído todos os rebeldes, inclusive o chefe deles, e acabar com todas as consequências ruins e tristes que a gente vê por aí. Mas aqueles que não haviam participado da rebelião, então, teriam no relacionamento o medo como um árbitro. Seria a violência como forma de pressão para a manutenção do “amor” (tem muita gente tentando manter um relacionamento nessa [paupérrima] base).

Mas Deus sabe que a violência sempre gera rebelião. Ainda que, por falta de condições, não se realize, está lá, dormente, pronta a explodir ao menor descuido. E Deus não queria um amor obrigado. Imagino que deve ter havido desequilíbrio ou perda de energia tal que ocasionou a desorganização e a morte. Para acabar com tudo isso, Ele, o Criador, resolveu assumir essa perda – morrendo! E quem, mesmo ainda hoje, acredita nisso, e utiliza seu livre-arbítrio para escolher se conectar a Ele através da mente, pode receber de volta essa energia. De acordo com o que se sabe, isso ocorre não apenas no nível emocional e espiritual, mas físico também.

Um dia eu também não acreditava. Minha vida era tão ruim que não podia piorar. E eu resolvi experimentar. Uma das bases do método científico não é justamente a experimentação? Então, por que não experimentar orar, ler a Bíblia? Quero desafiar você a justificar sua mente científica, e fazer uma experiência. Não precisa contar para ninguém. Se não acontecer nada, o que você perdeu? Mas se tudo isso for verdade... Sem experimentar, nunca se vai saber o gosto! Hitler não quis.

(Marcos Bomfim é pastor, terapeuta familiar, apresentador do programa “Novo Tempo em Família” da Rede Novo Tempo de Rádio e colunista do site www.outraleitura.com.br)

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O valor esquecido


Um novo estudo afirma que um programa de educação sexual que proponha apenas a abstinência é a forma mais eficiente de retardar o sexo entre jovens. A pesquisa mostrou que os estudantes que ouviram seminários enfocando só a abstinência demoraram dois anos para fazer sexo. No caso de estudantes que ouviram palestras ensinando métodos contraceptivos, 40% fizeram sexo dentro de dois anos. Nos Estados Unidos, onde foi realizada a pesquisa, os dados mudam a forma de se pensar educação sexual. Seria a primeira evidência de que um programa focando apenas na abstinência funcionaria. Os cientistas afirmam que a intenção do estudo não é provar a eficiência da abstinência. Para eles, a abstinência não é eficiente a longo prazo. Uma ONG dedicada a combater a gravidez na adolescência concorda com os cientistas. Outros grupos afirmam que a pesquisa é uma mostra do que se poderia fazer com mais recursos para programas de abstinência sexual.

(Opinião e Notícia)

Nota do autor do blog: "Seria bom o governo brasileiro atentar para essa pesquisa. Outro aspecto que os defensores da camisinha como sinônimo de sexo seguro deveriam levar em conta são as "marcas emocionais" do sexo sem compromisso. Já está provado que esse comportamento dito liberal gera depressão e baixa autoestima, entre outros males. [MB]"

Realmente. Concordo sinceramente com o ponto de vista do autor do Blog. O mal está aí, mas ninguém enxerga. Somente os sábios estão visualizando o mal que é tanto defendido.


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O Mito da Terra Plana


O livro Inventando a Terra Plana (São Paulo: Editora Unisa, 1999), de Jefrey Burton Russel, historiador e pesquisador da Universidade da Califórnia, mostra convincentemente que a ideia da Terra plana foi uma elaboração mais ou menos recente. Embora hoje se saiba que os europeus renascentistas tenham supervalorizado a ideia de que houve um período de mil anos de trevas intelectuais entre o mundo clássico e o moderno, Russel acredita que o erro da Terra plana não havia sido incorporado à ortodoxia moderna antes do século 19. “[Russel] descobriu o fio da meada nos escritos do americano Washington Irving e do francês Antoine-Jean Letronne [responsáveis pela posterior propagação do mito da Terra plana]. Mas sua disseminação no pensamento convencional ocorreu entre 1870 e 1920, como consequência da ‘guerra entre a ciência e a religião”, quando para muitos intelectuais na Europa e nos Estados Unidos toda religião tornou-se sinônimo de superstição e a ciência tornou-se a única fonte legítima da verdade. Foi durante os últimos anos do século 19 e os primeiros anos do século 20 que a viagem de Colombo tornou-se então um símbolo amplamente divulgado da futilidade da imaginação religiosa e do poder libertador do empirismo científico. ... os pensadores medievais, da mesma forma que os clássicos que os antecederam, criam na redondeza da Terra” (p. 10).

Irving (1783-1859) retocou a história para parecer que a oposição à viagem de Colombo se deveu ao pensamento de que a Terra fosse plana . Isso foi provado falso. A oposição se deveu, na verdade, à preocupação com a distância que os navegadores teriam que percorrer. A esfericidade da Terra não foi tema de discussão naquela ocasião.

O fato é que nem Cristóvão Colombo, nem seus contemporâneos pensavam que a Terra fosse plana. Não há uma referência sequer nos diários do navegador (e de outros exploradores) que levante a questão da redondeza da Terra, o que indica que não havia contestação alguma a esse respeito, na época. Assim, segundo Russel, é comum a regra de Edward Grant de que no século 15 não havia pessoas cultas que negassem a redondeza da Terra. No entanto, esse mito permanece até hoje, firmemente estabelecido com a ajuda dos meios de comunicação e dos livros didáticos. Com que interesse?

Para Russel, o mito da Terra plana pode ser rastreado até o século 19, especialmente a partir de 1870, à medida que autores de livros-textos se envolveram na controvérsia em torno do darwinismo. “No início do século [20] a força dominante subjacente ao erro [da Terra plana] foi o anticlericalismo do Iluminismo no seio da classe média na Europa, e o anticatolicismo nos Estados Unidos” (p. 35).

Antes disso, na Divina Comédia, o poeta Dante Alighieri (1265-1321) já apresentava o conceito de uma Terra redonda. Os filósofos escolásticos, incluindo o maior deles, Tomás de Aquino (1225-1275), conhecedores de Aristóteles, igualmente afirmavam a esfericidade da Terra.

No entanto, como os escolásticos e filósofos medievais se baseavam em Aristóteles e este defendia a esfericidade da Terra, os iluministas tiveram que arranjar outros referenciais para dizer que o mito se baseava neles. E os encontraram em Lactâncio (245-325 d.C.) e Cosme Indicopleustes, autor de Topografia Cristã (escrito entre 547 e 549 d.C.). Só que, segundo Russel, Lactâncio tinha ideias muito estranhas sobre Deus e não foi levado em consideração na Idade Média (na verdade, foi considerado herege) – até que os humanistas da Renascença o “ressuscitassem”, apregoando sua suposta influência. Indicopleustes, partindo de escritos de filósofos pagãos e interpretando erroneamente textos bíblicos poéticos, defendeu a ideia da Terra plana. Era ignorado, ao invés de seguido.

Detalhe: a primeira tradução de Cosme para o latim não foi feita senão em 1706. Portanto, como poderia ele ter tido influência sobre o pensamento ocidental medieval?

Russel arremata:

“[Lactâncio e Cosme] foram símbolos convenientes a serem uados como armas contra os antidarwinistas. Em torno de 1870, o relacionamento entre a ciência e a teologia estava começando a ser descrito através de metáforas bélicas. Os filósofos (propagandistas do Iluminismo), particularmente [David] Hume, haviam plantado uma semente ao implicar que estavam em conflito os pontos de vista científicos e cristãos. Augusto Comte (1798-1857) havia argumentado que a humanidade estava laboriosamente lutando para ascender em direção ao reinado da ciência; seus seguidores lançaram o corolário de que era retrógrado tudo o que impedisse o advento do reino da ciência. Seu sistema de valores percebia o movimento em direção à ciência como ‘bom’, de tal forma que o que atrapalhasse esse movimento era ‘mau’. (...) O erro [da Terra plana] foi, desta forma, incluído no contexto de uma controvérsia muito maior – a alegada guerra entre ciência e religião” (p. 67, 77).

O próprio Copérnico, no prefácio de seu clássico trabalho De Revolutionibus, usou Lactâncio para ilustrar como a ignorância dos opositores à ideia da Terra esférica era comparável à dos que insistiam no geocentrismo. Curiosamente, Copérnico não diz que Lactâncio era típico do pensamento medieval. Esse prefácio foi enviado para o papa a fim de obter aprovação eclesiástica. Copérnico não atacaria Lactâncio e sua ideia da Terra plana, se a igreja estivesse de acordo com esse pensamento. O problema, como já vimos, teve que ver com o geocentrismo aristotélico versus heliocentrismo, e não com o formato da Terra.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Fazendo uma autoração de DVD


Em primeira instância, utilize este software: DVD Lab pro(você pode usá-lo por trinta dias de forma gratuita para testes).

Veja meus procedimentos para criação de um DVD com cara de profissional, mas de forma simples:

Primeiramente peguei dois filmes: José o Rei dos Sonhos, e o Príncipe do Egito.

Fiz a correção de conversão para MPG com o software FormatFactory, pois o DVD Lab Pro somente aceita esse formato para converter para o formato de edição e criação de DVD. Feito isso importei os arquivos através da janela Assets do DVD Lab Pro. O software converteu para mpv, que é o formato que ele usa para criação de DVD, e separou o áudio do vídeo, onde depois eu deveria juntar tudo novamente através do starboard do DVD Lab Pro. Adicionei também na janela Assets uma imagem para a criação de menu personalizado. Fiz isso do mesmo jeito que fiz com os arquivos de vídeo. Existe no canto superior direito da janela Assets uma pasta que ao clicar nela se navega no windows explorer para encontrar o arquivo desejado para importação. Assim foi só importar os arquivos de vídeo e de imagem que eu desejei para a área do Assets para usar no meu projeto.

Vamos a outros detalhes:

Vamos ao meu projeto para que você que nunca o usou possa ter uma idéia da criatividade que esse software pode aproveitar da sua mente. 1 - pegue um vídeo de filme: pode ser particular, ou aqueles que você quer ter como reserva, caso ocorra de perder os originais. Eu peguei dois filmes: José o Rei dos Sonhos e O Príncipe do Egito. Estes ficaram como filme principal, inseridos no menu principal. Depois, peguei curtas metragens: Rute, A Criação e o Dilúvio e Jonas. Você deve usar um conversor para transformar em vídeo, o filme que está no formato DVD. Sugiro o Format Factory. Quando houver o arquivo no formato AVI, transforme ele no formato MPG. O Format Factory também executa esse processo. Isso é necessário, pois o DVD-Lab Pro, somente aceita esse tipo de formato para recodificar para o formato de vídeo que ele irá criar o DVD: mpv. Você também pode fazer a conversão de forma direta com o FormatFactory. 2 - No meu caso, peguei esses vídeos de tais filmes e os coloquei no movies do DVD-Lab pro. Fiz isso no seguinte processo: abri o programa, cliquei em continue, pois ainda me restava mais de vinte dias para vencer o prazo de uso. Então, inseri meu primeiro vídeo o qual estava separado do áudio - o DVD-Lab Pro não junta os arquivos. E isso é bom, pois podem haver distorções relativas a sincronização entre áudio e vídeo. Assim, criei meu primeiro movie. Você pode adicionar capítulos no movie referente a cada filme importado por você. Fiz o mesmo com outro filme. Em ambos os filmes, visto serem de grande duração de tempo, coloquei capítulos. Nos pequenos filmes de curta metragem coloquei poucos capítulos. Cliquei em menu e apareceu uma tela preta. Então, busquei no canto superior esquerdo do assets a pasta de arquivos de fotos para inserir na tela que seria do menu principal. Arrastei a imagem até a tela preta e ajustei. Lá, editei os nomes dos filmes. Em cima, na tela com a imagem importada, coloquei o nome "dois filmes bíblicos" - referência aos dois filmes principais - fazendo isso através da tecla Aa no lado esquerdo da tela onde seria confeccionado o menu dos meus filmes. De um lado coloquei o nome José o Rei dos Sonhos e no outro O Príncipe do Egito. Abaixo de cada nome, coloquei o nome Selecione a cena, para depois fazer os devidos links. Mais abaixo criei o nome Extras - referência aos curtas metragens que eu inseri no outro menu do DVD que eu fiz. 3 - Agora, criei outro menu assim: fiz conforme o outro menu: cliquei em menu e Add New Menu aparecendo um novo menu. Agora importei uma nova imagem da própria internet, mas já salva no nosso computador. Em cima criei o nome EXTRAS, assim com letras maiúsculas, para destacarem o que era aquele menu. Então escrevi os nomes dos curtas, os quais já mencionei antes: Rute, A Criação e o Dilúvio e Jonas. 4 - Feito todos os processos descriminados acima, bastei linkar da seguinte forma: cliquei e arrastei o movie 1 para o nome do filme José o Rei dos Sonhos. Desta forma, quando acionado esse link através do botão de navegação do DVD, o filme começaria imediatamente. Fiz o mesmo com o movie 2 - referente ao filme por nome O Príncipe do Egito. Depois desse processo linkei cada capítulo de cada filme pegando apenas o primeiro de cada menu. Os restantes automaticamente seriam inseridos. Deve-se prestar atenção neste detalhes, pois tive de tomar algumas surras até fazer tudo direitinho. O DVD-Lab Pro me avisava a respeito de tais erros, sendo impossível criar o DVD. Já que foram cinco filmes - dois de longas e três de curtas - cada criação de capítulos deveria ter como referência cada movie que eu criei e inclui capítulos - no meu caso apenas do filme José o Rei dos Sonhos e O Príncipe do Egito e os poucos capítulos dos filmes dos extras. 5 - Feitos os links dos filmes principais, é hora de linkar os curtas. Primeiro cliquei a arrastei o menu 2 para o nome "Extras" abaixo dos nomes dos filmes e de "Selecione e cena". Com isto, quando acionado pelo controle do DVD, apareceria o menu dos extras ou filmes de curtas metragens. Dei dois cliques no menu que eu criei para os extras aparecendo os nomes dos curtas desse menu. Cliquei e arrastei cada movie correspondente a cada filme e colei em cada um dele, ou seja, linkei cada movie ao seu respectivo nome de filme de curta metragem já menu de Extras. Depois disto, fiz o mesmo, mas com o menu referente ao menu principal. Criei o nome "Menu Principal" dentro do menu EXTRAS, cliquei e arrastei o menu 1 para "Menu Principal". Assim, quando eu acionar o controle do aparelho de DVD, o menu onde estão os filmes principais, aparecerá. 6 - Ficou assim: clicando no nome extras do menu principal, o DVD é direcionado para o menu EXTRAS podendo acessar os filmes de curtas metragens. No menu EXTRAS, clicando em Menu Principal, volta-se para o menu dos filmes principais. Deu muito trabalho, mas aprendi direitinho como lidar com o DVD-Lab Pro. Agora trabalho com ele com muita facilidade. É tanto que pude aqui descrever como foi o processo para a criação mais um DVD, visto já haver feito outros que ficaram com cara de profissional. Procurei na internet tutoriais explicativos dele, mas não encontrei detalhes do processo de criação EXTRAS, ou seja, como deveria migrar de um menu para outro, como fazem os dvds profissionais. Foi meditando e analisando com cuidado que pensei e cuidei de criar os meu DVDs. Mas encontrei na internet pequenas, mas valiosas dicas de como criar um DVD com o DVD-Lab Pro. Essas dicas muito me ajudaram a criar os meus DVD profissional particular. Basta ser criativo e seguir determinadas dicas que dá tudo certo. Na minha o opinião o DVD-Lab Pro é melhor do que muitos outros. Tanto pela forma de se lidar com ele, sendo mais intuitivo, quanto pela rapidez do processo. Em rapidez ganha de longe do Nero Vision e do Sony Vegas. E em qualidade não perde para nenhum deles. Além de tudo, você não precisa se registrar para usar o software. Basta usá-lo por trinta dias e então comprá-lo. Ou seja, você experimenta como ele é excelente durante trinta dias. Aproveite essas dicas daqui e crie o seu DVD com aparência de profissional!

Alemanha reafirma lei dominical


Coincidindo com a aprovação da constituição do Tratado de Lisboa pela União Europeia em 1º de dezembro, o Tribunal Constitucional da Alemanha determinou que a capital da nação deve, como o restante do país, reger-se pela lei que institui o domingo como dia “de descanso do trabalho e de crescimento espiritual” (Deutsche Welle, 1º de dezembro). Desde a guerra, Berlim havia estabelecido sua própria legislação admitindo dez domingos de atividades comerciais por ano. Agora, essa decisão local foi anulada. Valendo a partir de 1º de janeiro de 2010, Berlim deve se alinhar com a lei que institui o domingo como dia de descanso e contemplação religiosa, como manda a Lei Fundamental da Alemanha [Constituição].

A lei atual que estabelece o domingo como dia semanal de adoração na Alemanha consta de um apêndice da Lei Fundamental sob o título: “Extratos da Constituição alemã de 11 de agosto de 1919 [Constituição de Weimar].” Lá, no subtítulo “Religião e Sociedades Religiosas", Artigo 139, encontra-se o que está dito: “Os domingos e feriados reconhecidos pelo Estado devem permanecer protegidos por lei como dias de descanso do trabalho e de crescimento espiritual.”

Embora, sob essa mesma seção, o Artigo 137 (1) declare que não deve haver nenhuma “igreja estatal”, o efeito da lei dominical é institucionalizar o catolicismo romano e suas filhas eclesiásticas como religião estatal na Alemanha.

Os conhecedores da história do Sacro Império Romano da nação alemã verão esse ato da Suprema Corte Alemã como um passo a mais para estabelecer a religião de Roma, não apenas como a religião oficial da Alemanha, mas sobre toda a comunidade europeia sujeita ao tratado nesse dia infame, 1º de dezembro de 2009.

As profecias de Apocalipse 13 assumem assombrosa atualidade com essa recente decisão do Tribunal Constitucional da Alemanha.



EXTRAÍDO DO SITE ABAIXO:



Nota: O que esperar dos futuros governos diante do que se levantam alguns em favor dessa ou daquela instuitição religiosa? Pelo menos vemos parte do cumprimento profético, pois o principal cumprimento profético virá dos Estados Unidos da América